O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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terça-feira, 19 de agosto de 2025
NOS PASSOS DE MÃE BERNADETE * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
COP 30 INCLUSIVA NA LEI OU NA MARRA * ERALDO PAULINO/BRASIL DE FATO
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
ALDEIA MARAKANÃ NO CARNAVAL 2025 * Unidos de Bangu 2025 (Samba Oficial)-RJ
segunda-feira, 28 de outubro de 2024
Congresso Internacional Rexistência Maraka'nã * Universidade Indígena Aldeia Marakanã /RJ
quarta-feira, 21 de agosto de 2024
PETIÇÃO MAPUCHE * Lof Pailako/AR
Hoje, o mais proeminente líder Mapuche encontra-se em um delicado estado de saúde, como resultado de uma prolongada greve de fome que exigiu sua transferência do PCC de Concepción para o módulo de membros da comunidade Mapuche da prisão de Temuco. O Governo da Frente Ampla e o Partido Comunista, através da Gendarmaria, negam-lhe a referida transferência e também lhe negam cuidados médicos adequados.
Victoria Bórquez Concha, sua advogada, denunciou que após a transferência do werkén para o Hospital Regional de Concepción por descompensação e arritmia e a decisão da equipe médica de realizar uma série de exames, a Gendarmaria: “Porém, de forma intempestiva, ele é retirado do Hospital e não sabemos qual é o seu real estado de saúde.
Chamamos a informar e estar atentos à evolução do estado de saúde do mais alto líder Mapuche.
LIBERDADE PARA HÉCTOR LLAITUL E TODOS OS PRISIONEIROS POLÍTICOS MAPCHE
terça-feira, 13 de agosto de 2024
LUTE COMO UM NATIVO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
Não somos índios nem indígenas.
EXPLIQUE
Não somos índios porque não somos da ÍNDIA, o maldito conquistador acreditando ter chegado às ÍNDIAS ORIENTAIS nos chamou de índios.
Nem somos INDÍGENAS, essa palavra vem de INDIGENTE. Os ingleses chamavam os povos conquistados, povos indigentes ou indígenas, ou seja, povos lixo, povos subjugados, povos que não serviam, povos arrastados, companheiros que significa indígenas, por isso. em tudo Existem povos indígenas no mundo, e a Real ACADEMIA aceita esse termo, mas a verdade é que se nossos historiadores fossem verdadeiros historiadores e dignos representantes de nossa pátria, não colocariam em seus livros essas duas palavras denegridoras do povo da AMÉRICA.
Mesmo nossos líderes seniores dizem povos indígenas em seus discursos, tenho certeza que eles não sabem o seu verdadeiro significado. Em 2005 tive um debate com CARLOS TUNERMAN no canal 12, o mesmo com o historiador ALEMÃO ROMERO e eles me disseram que a história era. já escrito e assim ficou, esse debate foi no auditório 12 da UNAN diante de mais de 300 professores do CCSS, JAIME INCER BARQUERO também estava lá onde eu disse a ele que NIARAGUA não tinha mar e que o Mar do CARIBE fica a mais de 1200 km de nossas costas, portanto a NICARÁGUA faz fronteira com o OCEANO ATLÂNTICO.
Muitos escritos dizem "LAS SEGOVIAS" só existe um e seu nome correto é TERRITÓRIO DE TAGUZGALPA, uma área que nunca foi conquistada pelos espanhóis, este território começa em SE'BACO e termina na fronteira com HONDURAS, por isso sua capital se chama TEGUCIGALPA “Devemos reescrever a história da NICARÁGUA”, disseram o falecido ALDO DIAZ LACAYO e meu professor JOSE' FLORIPE FAJARDO.
Devemos retirar as palavras ÍNDIOS E INDÍGENAS do nosso vocabulário, são palavras denegridoras e dizem povos, ABOORIĜENEß, NATIVOS, NATIVOS NATIVOS essa é a coisa correta a fazer.
Gustavo A Martinez Ruiz,
973 nativos americanos, do Alasca e havaianos morreram em internatos criados pelo governo dos EUA para erradicar a sua cultura e impor a sua própria, descobriu o Departamento do Interior dos EUA.
Os corpos foram encontrados em 74 locais diferentes, 21 dos quais nem sequer marcados.
Do início do século XIX até ao final da década de 1960, os governos dos Estados Unidos levaram a cabo um genocídio contra os nativos americanos, cujos filhos foram raptados e enviados para internatos, onde foram assimilados à força para lhes tirar a cultura e os laços com as suas tribos.
Em 417 escolas deste tipo em 37 estados diferentes, crianças sofreram violações, abusos sexuais, agressões, tortura física e psicológica e até homicídios. Quase 19.000 menores foram forçados a converter-se ao cristianismo e foram proibidos de falar as suas línguas nativas.
Entre as compensações pedidas ao Governo estão a criação de um memorial para as crianças assassinadas, a educação do público, o investimento na investigação sobre como ajudar as comunidades nativas a "curar-se do stress e do trauma intergeracional", ajudando-as a fazer mais pesquisas sobre as vítimas do referido embarque escolas e revitalizar as línguas nativas.
AΩ:.Anti-imperialista
Luz e Verdade.
(A pedido do Deputado Aquilino Rodríguez, do CLSEM)
Urimare, princesa dos Mariches,
descendente do grande índio Aramaipuro;
Desde muito jovem teve a linhagem de um chefe,
indígena feroz, de espírito puro.
Ele enfrentou tanto os espanhóis quanto os ingleses,
que eles desejavam dominar esta terra;
junto com Guaicamacuto negociou amplamente,
o caminho pacífico, que ele corajosamente desejava.
Muito bonita, pele bronzeada e olhos verdes,
mulher mais forte e corajosa, um impossível;
assistiu à investidura como chefe,
de Guaicaipuro, o campeão inabalável.
Foi nomeada Grande Cacica dos Chaimas,
e ele estava sempre comandando seu povo;
enfrentando o invasor, potranca zaina rebelde,
Juntamente com seu filho Mare Mare os continha.
A caminho, mulher venezuelana,
Que Urimare irradie luz eternamente;
das tribos destas terras, capitão,
honra e glória que ela merece mais do que ninguém!
sábado, 29 de junho de 2024
II MOSTRA TEKÓ DE ARTIVISMO INDÍGENA * Maria Lídia Tupinambá/MA
terça-feira, 30 de maio de 2023
Manifesto de Repúdio contra o Relatório da Medida Provisória Reestruturação Ministerial * Maria Lídia Ferreira Melo-MA
domingo, 28 de maio de 2023
SOS CASA DO ÍNDIO DO RIO DE JANEIRO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
quarta-feira, 10 de maio de 2023
PRONUNCIAMIENTO A los pueblos de México y el mundo * SUL RESISTE.MEX
Al Congreso Nacional Indígena
Al Concejo Indígena de Gobierno
A las organizaciones nacionales e internacionales que luchan y resisten
A los medios de comunicación libres, alternativos, independientes o como se llamen
sábado, 11 de fevereiro de 2023
GUERRAS DO BRASIL.DOC - Ep. 1: As guerras da conquista * Movimento dos Pequenos Agricultores-MPA
sábado, 14 de janeiro de 2023
CAMPANHA POR UM MUSEU DE E PARA OS POVOS INDÍGENAS * André de Paula - RJ
CAMPANHA POR UM MUSEU
Carta de Lançamento da Candidatura Coletiva para a Gestão Participativa do Museu dos Povos Indígenas/ FUNAI-RJ
Para:
Ministério dos Povos Indígenas
Exma. MINISTRA Sônia Guajajara
Fundação Nacional dos Povos Indígenas-FUNAI
Exma. Presidenta Joênia Wapichana
Pessoas, comunidades e movimentos indígenas de todo o país
Movimentos sociais e sociedade civil organizada
Reunidos neste último domingo, dia 08 de janeiro de 2023, em Assembleia na Aldeia Maraká’nà, com a presença de diversos segmentos do Movimento de Rexistência Indígena da cidade, região metropolitana e Estado do Rio de Janeiro dentre eles: crianças, mulheres, jovens, artistas, professores de diversas áreas e profissionais de saúde, com nossos mais velhos (Tamui), apoiadores de universidades e institutos federais, além de organizações e expressões significativas dos movimentos sociais e comunitários e etnias indígenas de diversas localidades do país. Analisamos coletivamente a atual conjuntura de RETOMADA DEMOCRÁTICA do Estado de Direito no Brasil, bem como a referência da política indígena e indigenista do marco constituinte de 1988, com a criação do Ministério dos Povos Indígenas e a recuperação da FUNAI do ostracismo em que se encontrava nos últimos governos;
Compreendendo este contexto, e o lançamento de candidaturas individuais para a Direção do referido Museu/ FUNAI-RJ e visando contribuir com esta Retomada da Funai para os Povos Indígenas, nos reunimos visando oferecer a nossa contribuição coletiva ao novo governo nesta perspectiva de Retomada e Protagonismo dos Sujeitos Coletivos Indígenas;
Compreendendo ainda as demandas por Direitos dos Povos, Comunidades e Pessoas Indígenas no Estado do Rio de Janeiro;
Considerando a História das Lutas Indígenas neste Estado, principalmente nas últimas décadas desde a ECO* 92 e a formação desde então de um Movimento de Rexistência Indígena vigoroso que aqui representamos;
Vimos por esta lançar a nossa CANDIDATURA Coletiva de Gestão Participativa do Museu dos Povos Indígenas / FUNAI-RJ, que ora denominamos:
KOLETIVA DE GESTÃO PARTICIPATIVA Por um Museu dos Povos Indígenas/ Funai-RJ DOS, POR e PARA os Povos Indígenas.
Elegemos representações de cada segmento constitutivo do Movimento, com a função de mobilizar, organizar e dar consequência às demandas das pessoas, comunidades e povos indígenas do Estado
Elegemos assim as seguintes representações:
Kaê Guajajara – Mulheres, Juventude e Cultura
Julia Otomorinhorio Xavante – Arte, Memória, Educação e Cultura
Aline Rochedo Pachamama / Churiah Puri – Mulheres, Literatura, Memória, História, Língua, Reparação e Lei 11.645
Luciana Tupinambá – Crianças e Educação
Mônica Lima Tripuira Kuarahy Manaú Arawak – Mulheres e Saúde Mental
Ainara Guarani – Língua e Cultura
Txama Puri – Língua e Memória
Urutau Guajajara – Comunidades, Gestão Participativa, Direitos e Povos Indígenas em Contexto Urbano
Reconhecendo a necessidade de repensarmos a MEMÓRIA E CULTURAS Indígenas de forma a atender a necessidade de quem de fato precisa delas, seus sujeitos, historicamente minorizados, e vítimas do etnocídio, do apagamento. A fim de que superemos de fato o colonialismo e a colonialidade até hoje presentes e constituintes da formação do Estado brasileiro, decidimos com esta Carta, lançar esta Campanha.
Por fim, elegemos o Cacique Urutau Guajajara, nosso mais velho (Tamui), memória viva e protagonista da trajetória histórica do movimento indígena neste estado, reconhecido em todo o território brasileiro e internacionalmente pela luta da Aldeia Maraká’nà e pelo reconhecimento das pessoas, comunidades e retomadas indígenas em contexto urbano.
Neste sentido, solicitamos a atenção de todas as pessoas a nossa candidatura, suas intenções e princípios coletivos, seu Projeto, propostas, questões, debate, e para a apresentação detalhada de cada uma das lideranças representadas nesta KOLETIVA DE GESTÃO PARTICIPATIVA que apresentaremos publicamente na campanha, acima denominada, que ora iniciamos aqui.
Contamos com o apoio de todas as pessoas, de forma a qualificar este processo de debate e definição da nova gestão do Museu / Funai-RJ, de forma democrática e participativa, e de forma que esta nova FUNAI possa de fato atender às demandas de direitos das pessoas e comunidades indígenas no Rio de Janeiro e de todo o país.
Esperamos encaminhar a todas as pessoas interessadas, nesta nossa Campanha aqui iniciada, mais informações, a apresentação de cada uma das lideranças desta Koletiva, propostas e projeto de gestão coletiva participativa
Agradecemos à atenção de todas,
E subscrevemos:
Por KOLETIVA DE GESTÃO PARTICIPATIVA
Por um Museu do índio/ FUNAI-RJ de, por, e para as Pessoas, Comunidades e Povos Indígenas
Ayaya
Awere
Sawe
Kuekatureté
Katu ahy
Mygutykara jombeah
Aguyjeveté
*Conferência das Partes da ONU para o Desenvolvimento Sustentável – Rio Eco 92
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