O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quarta-feira, 6 de março de 2024
NOTA DE REPÚDIO CONTRA A INVISIBILIZAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL * Maria Lídia Tupinambá - MA
terça-feira, 29 de agosto de 2023
O MARCO TEMPORAL MATA * Marconi Burum/DF
segunda-feira, 3 de abril de 2023
ABRIL INDÍGENA * MUSEU DO ÍNDIO - RJ
terça-feira, 31 de janeiro de 2023
O ESPÍRITO DA FLORESTA * BRUCE ALBERT / DAVI COPENAWA - CIA DAS LETRAS
sábado, 28 de janeiro de 2023
ROTEIRO DO HOLOCAUSTO BOLSONARO * LIRA NETO / JORGE PONTES . BR
Bolsonarismo é a raiz da tragédia ianomâmi
A tragédia humanitária que atingiu comunidades indígenas que fazem parte da Reserva Yanomami não foi um desastre, mas um projeto - e um projeto com as digitais de Jair Bolsonaro e de seus generais palacianos.
Para entendermos como o ex-presidente está imbricado nesta crise, temos de considerar que os teóricos do bolsonarismo ainda professam doutrinas e objetivos absurdamente anacrônicos e equivocados - do período do governo militar - quando o general Golbery do Couto e Silva, segundo suas próprias palavras, preconizava “inundar de civilização a hileia amazônica, a coberto dos nódulos fronteiriços, partindo de uma base avançada constituída no Centro-Oeste, em ação coordenada com a progressão Leste-Oeste segundo o eixo grande rio”.
Ora, simplesmente “inundar de civilização” a Amazônia não nos parece medida que harmonize com os modernos ideais de equilíbrio, conservação e sustentabilidade, e tampouco respeita a necessidade de preservação da biodiversidade da região.
A complacência e, até certo ponto, a permissividade com que esse pensamento, nos dias atuais, não apenas aceita como incentiva algumas atividades econômicas extremamente destrutivas para a Amazônia, como garimpos, lavra de arrozeiros e madeireiros, talvez seja um resquício dessa visão de Golbery, na qual “inundar a região de gente" era o que mais importava, sem se levar em conta o grande número de pessoas que explorariam atividades não sustentáveis e extremamente danosas ao meio ambiente.
E, coincidentemente, há uma outra obsessão, também presente na "doutrina" bolsonarista: a defasada ideia fixa da cobiça internacional sobre a Amazônia. É aí que entra exatamente a questão da Reserva Indígena Yanomami, onde o ideário do ex-capitão a enxerga, em delírio, por conta de suas dimensões e da contiguidade com o território venezuelano, como um grande perigo para a nossa soberania.
A par da expressiva quantidade de militares - da reserva e da ativa - que apoiaram (e ainda apoiam) Jair Bolsonaro, nos parece que tais idéias e premissas defasadas ainda seriam compartilhadas nas fileiras, e até nas escolas de formação e aperfeiçoamento, do nosso Exército.
De volta aos dias atuais, lembramos que os yanomami enfrentam essa crise sanitária e humanitária sem precedentes, exatamente devido ao avanço do garimpo ilegal na região. Só na última semana quase mil indígenas foram socorridos em estado de saúde gravíssimo.
E essa percepção em relação à tolerância do pensamento militar com algumas atividades que degradam o meio ambiente infelizmente vem se sedimentando aos olhos da sociedade. Exemplos não faltaram ao longo do tempo: da crise dos arrozeiros em Roraima nos idos de 2008, até a tragédia do meio ambiente do governo de Bolsonaro, cuja administração ambiental foi inundada de policiais militares e oficiais do Exército, sem qualquer ligação direta com temas ambientais.
Um exemplo - recente - dessa situação foram as sete autorizações concedidas, em dezembro de 2021, pelo general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para projetos de mineração de ouro em uma das regiões mais preservadas do país, em São Gabriel da Cachoeira, na Cabeça do Cachorro, extremo noroeste do Amazonas, fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela.
Nessa área encontram-se o Parque Nacional do Pico da Neblina e algumas terras indígenas. Segundo matéria da Folha de São Paulo, em 5 de dezembro de 2021, a região onde as permissões de pesquisas foram concedidas abrigam 23 etnias indígenas. Esses projetos na região de São Gabriel da Cachoeira representam uma área de 12,7 mil hectares, e seis desses empreendimentos ocorrem em “terras da União”.
O general Heleno, que claramente extrapolou ao expedir essas concessões de pesquisa, foi um dos principais conselheiros de Bolsonaro, e foi também secretário-executivo do Conselho de Defesa, órgão consultivo do presidente da República em temas de soberania e defesa.
Infelizmente, podemos estar testemunhando o início do processo de degradação de uma das áreas mais protegidas e intocadas da nossa floresta, e, por consequência, a ocorrência de outras crises humanitárias, tendo como vítimas as respectivas populações indígenas que habitam aquela região.
Com esse derrame de autorizações, Augusto Heleno provavelmente tenha atuado conforme a velha e retrógrada cartilha de Golbery.
Por oportuno, é chegada finalmente a hora do atual governo promover uma revisão nos currículos, doutrinas e conceitos ministrados nas escolas de formação das nossas forças terrestres, visando atualizá-los. Nada mais importante para o nosso Exército do que se descolar do trágico ideário bolsonarista.
E, finalmente, o ex-presidente Jair Bolsonaro e, principalmente, o seu vice-presidente, Hamilton Mourão, que era coordenador do Conselho Nacional da Amazônia Legal, deverão ser formalmente questionados sobre as medidas que tomaram - e deixaram de tomar - para evitar a tragédia que atingiu o povo ianomâmi.
https://veja.abril.com.br/coluna/jorge-pontes/bolsonarismo-e-a-raiz-da-tragedia-ianomami/
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sábado, 14 de janeiro de 2023
CAMPANHA POR UM MUSEU DE E PARA OS POVOS INDÍGENAS * André de Paula - RJ
CAMPANHA POR UM MUSEU
Carta de Lançamento da Candidatura Coletiva para a Gestão Participativa do Museu dos Povos Indígenas/ FUNAI-RJ
Para:
Ministério dos Povos Indígenas
Exma. MINISTRA Sônia Guajajara
Fundação Nacional dos Povos Indígenas-FUNAI
Exma. Presidenta Joênia Wapichana
Pessoas, comunidades e movimentos indígenas de todo o país
Movimentos sociais e sociedade civil organizada
Reunidos neste último domingo, dia 08 de janeiro de 2023, em Assembleia na Aldeia Maraká’nà, com a presença de diversos segmentos do Movimento de Rexistência Indígena da cidade, região metropolitana e Estado do Rio de Janeiro dentre eles: crianças, mulheres, jovens, artistas, professores de diversas áreas e profissionais de saúde, com nossos mais velhos (Tamui), apoiadores de universidades e institutos federais, além de organizações e expressões significativas dos movimentos sociais e comunitários e etnias indígenas de diversas localidades do país. Analisamos coletivamente a atual conjuntura de RETOMADA DEMOCRÁTICA do Estado de Direito no Brasil, bem como a referência da política indígena e indigenista do marco constituinte de 1988, com a criação do Ministério dos Povos Indígenas e a recuperação da FUNAI do ostracismo em que se encontrava nos últimos governos;
Compreendendo este contexto, e o lançamento de candidaturas individuais para a Direção do referido Museu/ FUNAI-RJ e visando contribuir com esta Retomada da Funai para os Povos Indígenas, nos reunimos visando oferecer a nossa contribuição coletiva ao novo governo nesta perspectiva de Retomada e Protagonismo dos Sujeitos Coletivos Indígenas;
Compreendendo ainda as demandas por Direitos dos Povos, Comunidades e Pessoas Indígenas no Estado do Rio de Janeiro;
Considerando a História das Lutas Indígenas neste Estado, principalmente nas últimas décadas desde a ECO* 92 e a formação desde então de um Movimento de Rexistência Indígena vigoroso que aqui representamos;
Vimos por esta lançar a nossa CANDIDATURA Coletiva de Gestão Participativa do Museu dos Povos Indígenas / FUNAI-RJ, que ora denominamos:
KOLETIVA DE GESTÃO PARTICIPATIVA Por um Museu dos Povos Indígenas/ Funai-RJ DOS, POR e PARA os Povos Indígenas.
Elegemos representações de cada segmento constitutivo do Movimento, com a função de mobilizar, organizar e dar consequência às demandas das pessoas, comunidades e povos indígenas do Estado
Elegemos assim as seguintes representações:
Kaê Guajajara – Mulheres, Juventude e Cultura
Julia Otomorinhorio Xavante – Arte, Memória, Educação e Cultura
Aline Rochedo Pachamama / Churiah Puri – Mulheres, Literatura, Memória, História, Língua, Reparação e Lei 11.645
Luciana Tupinambá – Crianças e Educação
Mônica Lima Tripuira Kuarahy Manaú Arawak – Mulheres e Saúde Mental
Ainara Guarani – Língua e Cultura
Txama Puri – Língua e Memória
Urutau Guajajara – Comunidades, Gestão Participativa, Direitos e Povos Indígenas em Contexto Urbano
Reconhecendo a necessidade de repensarmos a MEMÓRIA E CULTURAS Indígenas de forma a atender a necessidade de quem de fato precisa delas, seus sujeitos, historicamente minorizados, e vítimas do etnocídio, do apagamento. A fim de que superemos de fato o colonialismo e a colonialidade até hoje presentes e constituintes da formação do Estado brasileiro, decidimos com esta Carta, lançar esta Campanha.
Por fim, elegemos o Cacique Urutau Guajajara, nosso mais velho (Tamui), memória viva e protagonista da trajetória histórica do movimento indígena neste estado, reconhecido em todo o território brasileiro e internacionalmente pela luta da Aldeia Maraká’nà e pelo reconhecimento das pessoas, comunidades e retomadas indígenas em contexto urbano.
Neste sentido, solicitamos a atenção de todas as pessoas a nossa candidatura, suas intenções e princípios coletivos, seu Projeto, propostas, questões, debate, e para a apresentação detalhada de cada uma das lideranças representadas nesta KOLETIVA DE GESTÃO PARTICIPATIVA que apresentaremos publicamente na campanha, acima denominada, que ora iniciamos aqui.
Contamos com o apoio de todas as pessoas, de forma a qualificar este processo de debate e definição da nova gestão do Museu / Funai-RJ, de forma democrática e participativa, e de forma que esta nova FUNAI possa de fato atender às demandas de direitos das pessoas e comunidades indígenas no Rio de Janeiro e de todo o país.
Esperamos encaminhar a todas as pessoas interessadas, nesta nossa Campanha aqui iniciada, mais informações, a apresentação de cada uma das lideranças desta Koletiva, propostas e projeto de gestão coletiva participativa
Agradecemos à atenção de todas,
E subscrevemos:
Por KOLETIVA DE GESTÃO PARTICIPATIVA
Por um Museu do índio/ FUNAI-RJ de, por, e para as Pessoas, Comunidades e Povos Indígenas
Ayaya
Awere
Sawe
Kuekatureté
Katu ahy
Mygutykara jombeah
Aguyjeveté
*Conferência das Partes da ONU para o Desenvolvimento Sustentável – Rio Eco 92
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quarta-feira, 16 de novembro de 2022
OS ÍNDIOS NORTE AMERICANOS * José Antonio Sola
OS ÍNDIOS NORTE AMERICANOS
Dica para aprofundar a compreensão do Brazil atual.
Arnaldo Payayá - BA
Leitura obrigatória para os indígenas brasileiros, principalmente, os caciques e ativistas da luta indígena nas cidades compreenderem os ataques as instituições indigenistas e territórios indígenas em nível internacional
Como os povos indígenas territorializados nos EUA tratavam os indígenas desterritorializados? Qual é a situação dos indígenas hoje nos EUA?
Lutas indígenas dos EUA x Brasil: as duas elites atuam aliadas, em alguns setores, a estadunidense manda. Nos dois países predomina o domínio dos capitalistas nacionais e internacionais.
O que a luta indígena dos EUA (capitalismo desenvolvido) pode ensinar a luta indígena do Brasil (capitalismo em desenvolvimento/expansão)?
Qual será o destino da luta indígena brasileira tradicional diante a economia e a política dominadas pelos Patrões aliados aos estrangeiros como o EUA?
Onde o atual governo brasileiro aprendeu o ataque e desmonte das políticas indigenistas?
Quais elites internacionais apóiam o desmonte dos povos indígenas para apropriarem dos minérios, terras, matéria prima biológica, princípios ativos pra indústria farmacêutica, madeira, água doce...?
Por que algumas empresas estadunidense como bancos aumentaram os investimentos na extração de minérios na Amazônia?
Qual o destino da luta tradicional dos povos indígenas nos EUA e no Brasil?
Como os povos indígenas devem lutar dentro da dominação global dos Patrões?
Comparativo dos fatos em épocas diferentes entre os dois países
A luta indígena do Brasil caminha na mesma direção da do EUA. No EUA, a guerra foi declarada, aqui, a guerra foi aberta com apoio do Estado português, brasileiro e hoje é sutil com omissão do Estado.
Lá os massacres ocorreram com a expansão e consolidação do desenvolvimento do Capitalismo. Aqui, os massacres estão ocorrendo com a expansão pra tornar um país de capitalismo hegemônico na relação do trabalho: tornar todos trabalhadores despossuídos.
Lá o cristianismo teve papel fundamental na desarticulação dos povos. Aqui também e agora com caráter de infiltração silenciosa (falso consentimento, corrói os valores e tradições indígena e semeia o conflito dentro do grupo com falsa justificativa da livre escolha individual. Destrói todo o grupo).
Torna o veneno que as formigas levam pra dentro do formigueiro sem conhecerem seu efeito destruidor silencioso.
A luta tradicional lá caminhou pelas concessões e acordos com o inimigo achando que manteria a posse da terra. Terminou no ataque final com a destruição de territórios e limitou as reservas. Além de conflitar com a luta urbana. Aqui segue no mesmo caminho.
Períodos políticos extremados causam o desmonte gradativo das políticas tutelares, ocorre do mesmo jeito aqui.
Os indígenas Andinos estão a frente do seu tempo. Eles sacaram há tempos que só o Projeto de Poder indígena com seus *aliados* pode dar voz aos indígenas dentro da dominação global dos patrões.
No Brasil, a maioria apostou na divisão (negando os desterritorializados ao invés de *aliar* contra o inimigo) achando que teria sucesso diante o inimigo global.
Lembrando que: *EUA e Brasil* são os dois países da América estratégicos para os capitalistas globais continuarem dominando a América seja pela extensão, localização, população, PIB ETC
-Colaboração espontânea-
Nós e a república * Eni Carajá Filho * MG
NÓS E A REPÚBLICA
Jokãntyhy Novembro 2022.
O Grande Espírito ainda chama, convoca nos a refletir sobre que República é essa que proclamada segue pisoteando sobre os povos Originários dessa terra, que são os indígenas.
Pisoteiam também sobre toda diáspora Africana que habita esse território e que foram escravizados junto aos que aqui já estavam e que boa parte haviam sido chacinadas a exemplo dos Karajá, invisibilizam os povos tradicionais, Quilombolas, Marisqueiros,os das Vazantes, apanhadores de flores, castanhas, dos faxinais, Congadeiros, Moçambiqueiros, e todos aqueles que ousassem a lutar por dias melhores para todos, mas a República seguiu perversa, engordou se nas diversas e diferentes ditaduras.
Seguiu concentrando a riqueza adquirida sob o lombo desses povos e dos demais que viviam na Terra se Santa Cruz, e quem usufruiu foi uma elite reacionária, militarizada e que arrota ordem e progresso, para quem?
Essa República ainda tem concerto e as eleições no Brasil de 2022 mostrou um novo desenhar na política, uma reaglutinação de forças democráticas de centro, esquerda, com potente acompanhamento da imprensa, de setores que não concordam com a forma de gestão que usa o Deus como escudo para tampar as falcatruas e blindar escondendo por mais de 100 futuros anos aquilo que se fez e deveria estar difundido no portal da transparência para pleno conhecimento de todos os 215 milhões de brasileiros e das demais nações.
Essa tirania promoveu a mais contundente disseminação de práticas anti o culto alheio e de intolerancia religiosa que se percebeu, a ponto de na campanha eleitoral disseminar notícias falsas, comprar Pastores e subverter a Divindade.
A república do orçamento secreto será sepultada com a troca de comando, Luiz Inácio Lula da Silva, que liderou todas as pesquisas de intenção de votos desde o início da campanha, retorna ao topo desse poder, eleito em segundo turno e o Brasil demonstrava que assim como sua história republicana, não reelegeriam um despota, dando ao Ex Operário o direito legítimo de conduzir pela terceira vez essa nação e sabemos que o mesmo não fará milagres e sim fará a diferença a essa nação, restituindo minimamente aos nossos povos e aqueles em situação de vulnerabilidade, o direto a comer pelo menos três refeições dia, ter conforto de encostar a cabeça no travesseiro e dormir, seja na cama, na rede ou onde quiser, é preciso trazer empregos de volta, revogar as imbecilidades dos últimos seis anos praticadas no planalto central.
Que bom que estamos aqui para ver e escrever esse novo momento.
Faça sua parte nessa história e ajude a combater o feminicídio, a negação, a mordaça, o chicote, a matança que vinha sendo corriqueira em nosso país que só clama pela verdadeira democracia.
domingo, 5 de junho de 2022
TIBIRA DO MARANHÃO * Maria Eugênia Gonçalves / Revista Híbrida
sábado, 7 de maio de 2022
O QUE É O NARCOGARIMPO E COMO ELE ATINGE OS INDÍGENAS * Nexo Jornal
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
Respeitem os povos da floresta * José Ernesto Dias / MA
RESPEITEM OS POVOS DA FLORESTA!
Os nativos brasileiras
Precisam se multiplicar
Germinando e enraizando
Por todas as partes da nação...
Preservando a cultura
Dos povos do lugar
Os indígenas aos brancos
Tem muito o que ensinar...
Sobre a importância da floresta
Em pé sem derrubar
Os indígenas estranham a ganancia
Dos brancos invasores...
Morar na nativa floresta
É viver com qualidade de vida
Respeitem, preservando o que resta:
Nas terras dos nativos...
Onde se encontra na floresta
O alimento farto
Que a natureza oferece
É só chegar e pegar...
Tem carne dos animais silvestre
Nos rios e lagos tem o peixe
Tem variedade de espécie de frutas
Tudo, é só chegar e pegar...
Na floresta o povo tem fartura
Nada precisa comprar
Na mata tem de tudo
Para o povo se alimentar...
Aonde chega os, estranhos brancos:
Prometendo o progresso
Se instalam e, vão derrubando tudo:
Arrasando a riqueza da floresta...
Em curto prazo
Se desenvolve a miséria
Minguando o alimento farto
O povo do lugar padece...
Os invasores enricam
O povo do lugar empobrece
Caindo na pindaíba
Ludibriado, no falso progresso…
José Ernesto Dias

























