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O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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domingo, 13 de agosto de 2023
40 ANOS SEM MARGARIDA MARIA ALVES * Silvanar Cordel/PROGRAMA SER TÃO NORDESTINO
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sexta-feira, 16 de junho de 2023
O AGRO É OGRO * Bernardino Brito/Carlos Eduardo Pestana Magalhaes/SP
quarta-feira, 19 de abril de 2023
É O SANGUE DE TRINTA E SETE TRABALHADORES RURAIS, QUE FAZEM O ABRIL VERMELHO * Adão Alves dos Santos.SP
É O SANGUE DE TRINTA E SETE TRABALHADORES RURAIS, QUE FAZEM O ABRIL VERMELHO
Nossas fúnebres lembranças encontram uma sangrenta cena, no dia dezessete de abril de 1997, trinta e sete corpos de trabalhadores rurais sem terra, o massacre, não se limita, ao número, mas soma-se a estes o assassinato violento de trabalhadores e, estes assassinatos violentos não se limitam em si, na verdade ele é mesmo um "cala a boca" ainda mais violento que os próprios assassinatos.
É inegável que estes assassinatos são justificados com a criminalização da ação reinvindicatório, o problema é quem criminaliza as reivindicações, são justamente, aqueles que interpretam todos os textos religiosos, para se apoderar daquilo que os textos religiosos dizem ser de todos.
Ainda que criminalizada pela cultura, pela religião, a tal criminalização não se encerra na teoria, ela vai a prática e criminaliza todo aquele ser humano que ousa ler que na bíblia está escrito que um Deus único, "fez o mundo e o homem". A estranha limitação subverte a fé cristã ao direito Romano, que é fundamentado na posse de bens.
Para que esta interpretação continue possível, amplos setores religiosos vão atualizando pareceres religiosos em defesa de uma sociedade de consumo. Consumo com exploração potencializada dos recursos naturais.
O dezessete de abril, vermelho pelo sangue, precisa ser vermelho pela implementação da forma de pensar pelo dono do sangue derramado a mais de dois mil anos, não só para os apossadores da terra de todos, venham criminalizar que só pretende um pedaço de chão para plantar.
Adão Alves dos Santos.SP
quarta-feira, 14 de dezembro de 2022
MILÍCIA RURAL MATOU CACHEADO * Thalita Pires/MST



sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
ASSASSINATO DE CHICO MENDES * Ernesto Germano Parés / RJ
ASSASSINATO DE CHICO MENDES
domingo, 15 de agosto de 2021
Margarida Maria Alves * Raimundo Francisco de Lima / RN
terça-feira, 10 de agosto de 2021
OUSAR LUTAR OUSAR VENCER *Coletivo Sopa de Lutas do Quilombo Fé em Deus / MA
OUSAR LUTAR OUSAR VENCER
CARTA CONVITE AOS MOVIMENTOS SOCIAIS, PARTIDOS POLÍTICOS, AOS MILITANTES DOS DIREITOS HUMANOS E A TODAS AS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA DO ESTADO DO MARANHÃO
CONTRA A VIOLÊNCIA POLICIAL E EM DEFESA DA VIDA DOS TRABALHADORES, DOS NEGROS, INDÍGENAS E DO POVO POBRE!
Um dos atos mais vis cometidos pelas forças policiais do estado foi o assassinato da vereadora Marielle Franco no dia 14 de março, morta por milicianos. No Maranhão o repentista Gerô, o Padre Josimo e muitos outros são as vítimas das mesmas armas utilizadas contra tantos mártires da violência estatal que tem recrutado os mais impiedosos carrascos e servos da morte para os seus conglomerados de interesses político-empresariais.
O Maranhão tem sido, mais ainda recentemente, grande palco de conflitos agrários, evidenciando grande brutalidade policialesca tanto pela participação quanto pela omissão estatal bem como pela lógica latifundiária que aflige os trabalhadores no campo.
Vivemos uma época pré-histórica na qual todas as formas de alienação e estranhamento (des)humano consignam a existência do estado e seu inevitável aparato repressor. Deve-se portanto trabalhar para extinguir as raízes antissociais do crime libertando homens e mulheres da necessidade de estado e suprimindo a polícia como corpo separado e distante da totalidade do povo. Entretanto no intuito de amenizar o sofrimento, e longe de qualquer ilusão humanizadora, colocam-se no horizonte tarefas imediatas: reforma da polícia e das demais instâncias, em todos os níveis e âmbitos, que possam eliminar seus aspectos mais gravosos.
Ou então, estaremos continuamente condenados a assistir sucessivas tragédias como a do jovem médico, em Imperatriz, assassinado por um agente do Estado; continuaremos a presenciar o assassinato de Brunas Lícias, de Gerôs e de jovens autistas como Hamilton César Bandeira, de 23 anos, assassinado após sua casa ser invadida por policiais civis; a lamentar a morte do jovem Caio de 22 anos, morto brutalmente pela polícia no dia 25 de janeiro de 2020 no Quilombo Liberdade.
Estamos em tempo decisivo onde precisamos romper com a lógica beligerante da Segurança Pública, servir ao povo e a democracia, no que exigimos ao Governo do Maranhão que cumpra o seu papel e mude a formação policial promovendo responsabilidade e eficiência cidadã ainda que constrangidos no interior da lógica societária do capital.
Esta Carta Convite visa denunciar e exigir proteção ao povo pobre do Maranhão, urgência de Segurança Pública, entendido como o direito à vida e proteção dos desfavorecidos. Por Segurança Pública também traduzimos um baluarte popular para a manutenção da democracia, da liberdade de expressão e proteção dos sem terra, sem moradia e sem assistência estatal.
Nosso luto pelas vidas ceifadas e nosso REPÚDIO ao Governo do Estado do Maranhão por sua negligência e por sua não-atuação ESTRUTURAL no sistema de Segurança Pública, mantendo a lógica desumana e militarista da política de segurança como arma engatilhada contra o povo do estado do Maranhão.
Dito isso, os movimentos sociais independentes convidam e pedem seu apoio para uma manifestação em São Luís dia 25 agosto em frente ao comando geral da polícia militar do estado do Maranhão, no Calhau. Faça-se presente, vamos juntos repudiar e cobrar medidas pra conter a escalada de assassinatos e atrocidades cometidos pelo estado. Estamos em favor da paz, do pão, terra e trabalho!
"Ousar lutar. Ousar vencer"
_Lamarca
Organização: Coletivo Sopa de Lutas do Quilombo Fé em Deus
quinta-feira, 17 de junho de 2021
Milícias infestam o INCRA-RJ * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/BR
Milícias infestam o INCRA-RJ
O INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, é uma autarquia federal da Administração Pública brasileira. Foi criado pelo decreto nº 1 110, de 9 de julho de 1970, com a missão prioritária de realizar a reforma agrária, manter o cadastro nacional de imóveis rurais e administrar as terras públicas da União.
No entanto, uma coisa é a lei e outra, a pena. E o que acontece, via de regra, é o desvio da função, não só de órgãos, mas de servidores, inclusive. E o INCRA não poderia ser diferente. Num passado não tão remoto, foi instrumentalizado pelos coronéis do Brasil profundo, e ajudou na grilagem de muitas terras com propriedade duvidosa ou documentação precária. Depois de algumas águas por baixo das pontes, levando corpos de vítimas, da ditadura militar inclusive, adquiriu algum status de entidade cidadã, graças à força adquirida pelo MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Mas em algumas regiões do país, por exemplo, Minas Gerais e Goiás, virou braço das UDRs - União Democrática Ruralista, milícia formada por fazendeiros, sob o comando de oligarquias poderosas, tais como os Tancredo Neves de Minas e os Caiados, de Goiás.
Mas a quantidade de vítimas acabou por afogar seus anseios políticos no mar de sangue, incluindo líderes agrícolas, religiosos, jornalistas, caciques indígenas, todos mortos pela capangagem ruralista. E por mais que os movimentos de Direitos Humanos contem com a colaboração de órgãos da imprensa nacional e internacional, esse é um setor do conflito de classes no Brasil que exige de todos nós o máximo de atenção.
Nesse período pós golpe 2016, o aumento da violência no campo tomou proporções idênticas ao período da ditadura militar. Hoje, nós trabalhadores agrícolas com terras reconhecidas, dos assentamentos, dos quilombos, e inclusive das reservas, temos sofrido constantes ataques da grilagem, oriunda de diversas fontes. Mas após as eleições de 2018, com a chegada do "bolsonarismo" ao governo nacional, isso tomou proporções assustadoras, inclusive graças à manipulação através do INCRA em diversos estados.
Vamos deixar aqui o registro apenas sobre o Estado do Rio de Janeiro, o que está acontecendo neste momento, no município de Bom Jesus de Itabapoana, com a Comunidade de Barreirinha, onde o projeto de construção de um porto põe em risco a vida da população local, passando por cima de toda a legislação pertinente. Para isso, os interessados nesse projeto, contam com o beneplácito da Equipe do INCRA estadual, integrada pelo Superintendente Cassius
(foto abaixo).
A seguir, algumas fotos que dispensam texto:
JORNAL VOZ DA RESISTÊNCIA
https://www.vozdaresistencia.com.br/2021/06/16/chefe-do-incra-no-rj-posta-foto-armado-e-camponeses-veem-ameaca/
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
Margarida Maria Alves Resiste! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
Margarida Maria Alves Resiste!
Homenagens « Fundação Margarida Maria Alves














