O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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sexta-feira, 2 de agosto de 2024
MARCO TEMPORAL É INCONTITUCIONAL * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
quarta-feira, 31 de maio de 2023
LISTA NEGRA DO GENOCÍDIO INDÍGENA * FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES?/FRT
sábado, 27 de maio de 2023
MARCO TEMPORAL JAMAIS * APIBOFICIAL
*MOBILIZAÇÃO GERAL*
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
CPI DO GENOCÍDIO YANOMAMI JÁ! * Alceu Castilho - SP
domingo, 29 de agosto de 2021
Cartilha indígenas urbanos digital * Turma da Beira / UFPA
LUTE COMO UM INDÍGENA * Geni Guarani
LUTE COMO UM INDÍGENA
O racismo anti indígena gira muito em torno do tempo: seríamos o atraso (tempo), impediríamos o progresso (tempo), não seríamos seres do presente, nem deveríamos compor o futuro (tempo).
Que relógio é esse, que bússola é essa?
Como e desde quando este território que habitamos foi dividido em 26 estados?
Um dos grandes marcos foram as capitanias hereditárias, em 1534.
A coroa portuguesa dividiu o Brasil em fatias, doando a cada capitão um "pedaço".
Essa propriedade roubada e mantida à custa de chacina de indígenas, era passada de pai pra filho, por isso hereditária, como é até hoje a ideia de herança.
Foram 15 capitanias na época. 13 delas falharam.
Os motivos desse fracasso, na narrativa oficial, devem-se ao fato de que o território era grande demais para ser administrado e também porque houve "constantes ataques indígenas".
O que tivemos foi resistência indígena contra os invasores.
Na narrativa oficial de vários livros de escola, termos como "ataque indígena, violência indígena" etc são abundantes para narrar estas cenas.
Somos colocados na história como empecilho pra produção das terras, pedra contra o desenvolvimento. Vejam o quanto é atual este discurso colonial de que somos atraso, problema, empecilho.
A colonização não acabou. O agro vem sendo pop para eles desde 1500.
Os colonizadores e seus marcos temporais-espaciais-espirituais continuam sangrando as terras e nossos parentes humanos e não humanos.
O Brasil não foi descoberto, foi inventado.
Essa nação cuja língua oficiosa é o português e a religião oficiosa é o cristianismo só se torna possível com o constante racismo, genocídio e etnocídio.
"O colonialismo nomeia tudo aquilo que quer dominar", nos ensina Nego Bispo.
Nessa invenção colocaram centenas de vezes os nomes de seus santos nas terras que chamam Santa Catarina, Santo Paulo, Espírito Santo.
Isso tudo é marco temporal, antes e depois Cristo dividem o mundo.
Não somos proprietários da terra, nem dos bichos nem de nós mesmos. Somos parte e ser parte é imenso.
O primeiro território que descolonizamos é a nossa pele, pensamento, ação.
Juntem-se a nós, pois esse tempo colonial também os fere. Reflorestemos a vida.
Geni Guarani
terça-feira, 3 de agosto de 2021
Não ao marco temporal * José Rogaciano S. de Oliveira / CE
quinta-feira, 17 de junho de 2021
Milícias infestam o INCRA-RJ * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/BR
Milícias infestam o INCRA-RJ
O INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, é uma autarquia federal da Administração Pública brasileira. Foi criado pelo decreto nº 1 110, de 9 de julho de 1970, com a missão prioritária de realizar a reforma agrária, manter o cadastro nacional de imóveis rurais e administrar as terras públicas da União.
No entanto, uma coisa é a lei e outra, a pena. E o que acontece, via de regra, é o desvio da função, não só de órgãos, mas de servidores, inclusive. E o INCRA não poderia ser diferente. Num passado não tão remoto, foi instrumentalizado pelos coronéis do Brasil profundo, e ajudou na grilagem de muitas terras com propriedade duvidosa ou documentação precária. Depois de algumas águas por baixo das pontes, levando corpos de vítimas, da ditadura militar inclusive, adquiriu algum status de entidade cidadã, graças à força adquirida pelo MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Mas em algumas regiões do país, por exemplo, Minas Gerais e Goiás, virou braço das UDRs - União Democrática Ruralista, milícia formada por fazendeiros, sob o comando de oligarquias poderosas, tais como os Tancredo Neves de Minas e os Caiados, de Goiás.
Mas a quantidade de vítimas acabou por afogar seus anseios políticos no mar de sangue, incluindo líderes agrícolas, religiosos, jornalistas, caciques indígenas, todos mortos pela capangagem ruralista. E por mais que os movimentos de Direitos Humanos contem com a colaboração de órgãos da imprensa nacional e internacional, esse é um setor do conflito de classes no Brasil que exige de todos nós o máximo de atenção.
Nesse período pós golpe 2016, o aumento da violência no campo tomou proporções idênticas ao período da ditadura militar. Hoje, nós trabalhadores agrícolas com terras reconhecidas, dos assentamentos, dos quilombos, e inclusive das reservas, temos sofrido constantes ataques da grilagem, oriunda de diversas fontes. Mas após as eleições de 2018, com a chegada do "bolsonarismo" ao governo nacional, isso tomou proporções assustadoras, inclusive graças à manipulação através do INCRA em diversos estados.
Vamos deixar aqui o registro apenas sobre o Estado do Rio de Janeiro, o que está acontecendo neste momento, no município de Bom Jesus de Itabapoana, com a Comunidade de Barreirinha, onde o projeto de construção de um porto põe em risco a vida da população local, passando por cima de toda a legislação pertinente. Para isso, os interessados nesse projeto, contam com o beneplácito da Equipe do INCRA estadual, integrada pelo Superintendente Cassius
(foto abaixo).
A seguir, algumas fotos que dispensam texto:
JORNAL VOZ DA RESISTÊNCIA
https://www.vozdaresistencia.com.br/2021/06/16/chefe-do-incra-no-rj-posta-foto-armado-e-camponeses-veem-ameaca/
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