O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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sábado, 17 de maio de 2025
REFORMA AGRÁRIA EM CUBA * Associação Nacional de Pequenos Agricultores/Cuba
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Acontece em Bogotá 8ª conferência internacional da Via Campesina * Hernán Durango.Col
domingo, 13 de agosto de 2023
40 ANOS SEM MARGARIDA MARIA ALVES * Silvanar Cordel/PROGRAMA SER TÃO NORDESTINO
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quarta-feira, 12 de abril de 2023
COMO É A LUTA PELA TERRA * Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra/MST
COMO É A LUTA PELA TERRA
Há quase 40 anos o Movimento Sem Terra (MST) atua se organizando por todo o país, ocupando e lutando pelo direito à terra a quem nela trabalha e produz. Ainda assim, muitas vezes o Movimento é mostrado para a sociedade como um grupo de “invasores” ou mesmo “terroristas”, quando a verdade é que o MST atua na linha de frente da produção de alimentos saudáveis para a população a partir da perspectiva da agricultura familiar e agroecologia.
Para entender a diferença entre ocupação e invasão, é necessário partir do conceito do uso social da terra. Uma área que não vêm sendo utilizada para a finalidade para qual foi criada, como uma fazenda que encerrou suas atividades de plantio, ou que possui irregularidades em relação ao trabalho, descumpre essa função da propriedade, tornando-se um local ocioso.
Não cumprir a função social significa dizer que a terra tem degradação do meio ambiente, tem trabalho escravo e/ou ela não produz. Esta terra, tendo um destes três elementos, ela deve, como a nossa lei manda, ser desapropriada para fins da reforma agrária.
E é neste contexto que o MST organiza e atua para a produção de alimentos saudáveis. No total, são cerca de 450 mil famílias que conquistaram a terra por meio da luta e organização dos trabalhadores rurais. Os latifúndios desapropriados para assentamentos normalmente possuem poucas benfeitorias e infraestrutura, como saneamento, energia elétrica, acesso à cultura e lazer. Por isso, as famílias assentadas seguem organizadas e realizam novas lutas para conquistarem esses direitos básicos.
Mas, por que é tão importante distinguir invasão de ocupação de terras?
Em 2022, completamos 200 anos da Independência do Brasil. E a resposta a essa pergunta está justamente nesta data, na invasão europeia aqui no Brasil, com o processo de saque e sucessivos ciclos econômicos de exploração na agricultura, acompanhado de todo o processo de escravização indígena e negra.
A partir do processo da independência, começa-se a pensar com muita força sobre como vai se dar a questão do domínio da terra e, consequentemente, vai se criando todo um clima favorável no Brasil para que as elites pudessem aprovar a primeira lei de terras no Brasil.
Em 1850, temos justamente a determinação de que as terras seriam privadas de quem pudesse comprar as terras ou terras públicas do Estado. E isso foi um fator preponderante na história do nosso país, que perpetuou a concentração da terra de forma completamente antidemocrática, a partir de uma medida extremamente elitista, que não leva em consideração as pessoas que aqui viviam.
Assim, de 1888 para frente, o MST defende que o processo de resposta à essa invasão da elite era a ocupação territorial dos negros e negras. Essa luta é que dá origem às ocupações de terra que depois vai ganhando força na luta por reforma agrária nas Ligas Camponesas, e que faz surgir movimentos importantes e, mais recentemente, o surgimento do Movimento Sem Terra, que já tem quase 40 anos.
Invasão é coisa de elite. Ocupação é o direito legítimo dos povos de restituir aquilo que lhes foi roubado.“
Outra perspectiva histórica sobre como o MST traz uma importante contribuição de que o termo ocupação é um conceito constituído pela classe trabalhadora, para que ela possa ter direito de acesso à terra. Além disso, mesmo depois de assentadas, estas famílias permanecem organizadas no MST, pois a conquista da terra é apenas o primeiro passo para a realização da Reforma Agrária.
A ocupação é justamente a resposta que tiveram os trabalhadores, os escravizados que não tiveram acesso à terra. Eles tiveram que ocupar o território, a terra pública, no sentido de torná-la uma moradia e de torná-la produtiva para poder viver
Assim, o MST entende que é preciso organizar, ocupar e estimular a produção de alimento saudável. O principal objetivo do MST é a transformação social por meio da Reforma Agrária, a partir do uso de áreas improdutivas, latifúndios, terras griladas, ou que, entre outras irregularidades, cometam crimes ambientais e não respeitem as relações de trabalhos existentes ali.
quinta-feira, 30 de junho de 2022
O PONTAL DO PARANAPANEMA VISTO POR DENTRO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
Aparecido Bispo,
conhecido como Cido Bispo, tem 49 anos, natural de Presidente Venceslau, cursa na Faculdade Anhanguera Administração de empresas, tem cinco filhos.
Cido Bispo é trabalhador Rural, trabalhou na área rural desde criança e teve seu primeiro registro de carteira aos 12 anos como cortador de cana, só concluiu seu segundo grau aos 25 anos, devido ao trabalho exercido desde garoto, se tornou Sindicalista aos 26 anos quando passou a lutar pelos direitos dos trabalhadores rurais, que em sua maioria trabalhavam com condições bem precárias desde equipamentos de segurança bem como salários baixos, nesta luta, e em algum momento precisou libertar trabalhadores migrantes dentre eles remanescentes indígenas de trabalhos análogos a escravo, Cido Bispo liderou várias greves de trabalhadores rurais no estado de são Paulo nas regiões de Presidente Prudente, Araçatuba e São José do Rio Preto. Também participou de várias lutas em manifestações e ocupações de terras exigindo a reforma agrária, pois em sua visão essa bandeira e essencial para o Brasil se tornar um país realmente justo.
Em 1997 Foi fundador do Sindicato dos Empregados Rurais de Presidente Prudente e Região no qual foi secretário Geral e depois presidente, em 2005 mudou se para Andradina, e em 2006 se elegeu Secretário Geral da FERAESP Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado De São Paulo não qual também foi presidente e hoje é secretário de Formação, Educação e Qualificação Profissional, em 2007 foi eleito para a diretoria da ABRA Associação Brasileira de Reforma Agrária, em 2008 se tornou presidente do Sindicato dos Empregados Rurais de Andradina-SP, em 2009 foi eleito para secretário de Meio Ambiente da CUT-SP Central Única dos Trabalhadores do Estado De São Paulo.
sexta-feira, 24 de junho de 2022
TRABALHADORES NO PONTAL DO PARANAPANEMA AVANÇAM NA LUTA POR TERRA * Militante do Campo/DF
TRABALHADORES NO PONTAL DO PARANAPANEMA AVANÇAM NA LUTA POR TERRA
quinta-feira, 23 de junho de 2022
O Pontal do Paranapanema * José Rainha / SP
AGROPARASITISMO INVADINDO O PONTAL DO PARANAPANEMA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT-BR
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
Margarida Maria Alves Resiste! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
Margarida Maria Alves Resiste!
Homenagens « Fundação Margarida Maria Alves
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Contribuição para construirmos um mundo melhor para todos * Cézar Gomes / RJ
CONTRIBUIÇAO PARA CONSTRUIRMOS UM MUNDO MELHOR PARA TODOS
Vejo que devemos buscar o entendimento da necessidade da coletividade dentro dos movimentos sociais.
Existem experiências vividas no dia-dia das lutas, nas ocupações, indígenas e quilombolas, através do cultivo coletivo da terra, com plantio de alimentos saudáveis, que foram neste momento difícil de pandemia, divididos entre os mais necessitados.
Precisamente abolir o individualismo, nas favelas e periferias, e buscar novas formas de organizações coletivas, sem a velha política do aparelhamento, e construirmos a consciência, da auto defesa coletiva, seja na solidariedade ao próximo, ou na auto defesa coletiva, nos enfrentamentos, que estão por vir diante da recessão, e do aumento das massas que já vivem na miséria, sem emprego, e sem o o mais elementar direito a sua dignidade, catando comidas no lixo, morando nas ruas, e sem nenhuma ajuda do poder público, para amenizar este sofrimento das populações em situações de rua, principalmente com distúrbios mentais.Esta é a realidade das grandes cidades,
que certamente, se transformarão em confrontos generalizados em busca da sobrevivência.
A unidade do campo e da Cidade nas ações coletivas emerge de uma consciência dos povos em lutas.
Cézar Gomes/RJ
Presidente da Velha Guarda de Manguinhos.














