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sexta-feira, 16 de maio de 2025

Ditadura Civil – Militar na Favela do Moinho na Cidade de São Paulo * Liga Comunista Brasileira/LCB

Ditadura Civil – Militar na Favela do Moinho na Cidade de São Paulo

A favela do Moinho é denominada como a última no centro velho de São Paulo. Seus moradores, em sua maioria pessoas pobres e trabalhadoras, vivem a mais de 30 anos no local, na região do velho Campos Elísios. Muitos desses são trabalhadores em situação de subemprego, informalidade e vivendo da baixa renda e ajuda coletiva entre os próprios moradores.

O Governo Federal em gestões passadas acordou que o terreno da União fosse cedido para fazer um parque no local, em troca do remanejamento cuidadoso da população para apartamentos da CDHU. No entanto, a CDHU tem entregado cada vez menos unidades habitacionais populares — muitas delas pequenas, inadequadas e distantes do centro. Isso desconsidera o fato de que os moradores da Favela do Moinho possuem, há décadas, suas vidas organizadas na região central, onde mantêm laços familiares, atividades econômicas e meios de sobrevivência.

Há tempos, o plano diretor tem São Paulo tem sido descumprido, ações que possibilitem a moradia social digna tem sido escanteadas de forma que a população é sempre deslocada cada vez mais às periferias e longe do centro. A tentativa de remover a “última favela do centro” com violência é apenas uma demonstração do caráter higienista da política de habitação no estado de São Paulo.

Em ação autoritária e sem cumprir com a contrapartida da moradia social o Desgoverno ditador de Tarcísio de Freitas resolveu expulsar os moradores da favela, para tomar posse do terreno, com o uso da força policial sob o comando do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, cuja postura tem sido comparada à de um "carniceiro", ao liberar a repressão contra a população, com argumento que a favela fornece drogas para Cracolândia, generalizando um problema que está em toda cidade e não somente no centro.

O governo Federal emitiu nota solicitando paralização do processo de cessão do terreno, mas a ditadura de Tarcísio resolveu tomar o terreno na marra e expulsar os moradores.

Além de denunciarmos a Ditadura de Tarcísio, é necessário o Governo Federal sair da apatia de enviar apenas uma nota para imprensa, sair da apatia imposta pela Frente Ampla e aceita passivamente.

É preciso que o Ministério da Cidades/Governo Federal rompa com a apatia da Frente Ampla e atue na questão e faça cumprir o acordo feito com a CDHU nesse 15 de maio, pois o que a tirania de Tarcísio está fazendo nesse momento é além de tudo tentativa de roubo de um terreno da União.

Não a desapropriação na favela do Moinho, chega de repressão!

- Liga Comunista Brasileira - Núcleo Grande São Paulo.

terça-feira, 26 de março de 2024

DE QUE RI A NAZISTALHA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

DE QUE RI A NAZISTALHA
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CHACINAS EM SÃO PAULO

Na noite desta segunda-feira (11), duas mortes ocorreram em Sambaiatuba, e a terceira, em Itararé, na madrugada desta terça-feira (12). Vídeos divulgados pelo site Uol mostram um homem alvejado na cabeça sendo carregado por moradores, enquanto horas depois, a população local protestou nas ruas do bairro, incendiando um ônibus.

Isso ocorre no momento em que o Governador agenda uma visita ao genocida Beniamin Netanyahu, levantando suspeitas sobre uma possível influência direta do estado de São Paulo em consultoria com Israel para aprender a matar com mais eficiência.

As mesmas armas que matam palestinos, matam nossos filhos no Brasil. Rejeitamos a visita de Tarcísio a Israel.

A viagem do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ocorre no momento em que as mortes na Baixada Santista, em São Paulo, atingem pelo menos 39 pessoas, enquanto em Israel ultrapassam 31 mil. Isso levanta a questão: Não é suficiente para vocês? Quanto vale a vida de jovens palestinos e jovens pretos em nossas periferias?

É evidente que as mesmas armas testadas em um experimento genocida em Gaza são usadas pelas forças policiais no Brasil.

Tarcísio não vai para Israel para fazer turismo; a visita não é de cortesia. Estamos presenciando um momento assustador que levanta diversas questões sobre respeito e defesa aos direitos humanos de nossos filhos.

A visita do governador de São Paulo não pode passar despercebida. Nós, pais e mães que choramos pelos filhos mortos na Palestina, devemos repudiar e nos unir às manifestações nas ruas, nas redes sociais e em almoços familiares. Talvez esta seja a hora, mais do que nunca, de unirmos as causas e lutarmos uns pelos outros, afinal, somos todos alvos dessas mesmas armas, seja na Palestina ou nas periferias; é nosso sangue e o de nossos filhos que escorrem dos canos das armas.

Chega, basta! Parem de matar nossos filhos!
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