O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
PAGINAS FRT
- Página inicial
- APOIE A FRT
- Contato
- Cultura
- Programa
- Formação
- QuemSomos
- Comunicados
- NOSSA MIDIA
- MULHER
- Documentos
- Manifesto da FRT
- Regimento Interno
- Carta aos revolucionários
- Manifesto Eleições 2022
- Comitê de Luta dos Desempregados
- TRIBUNA DE DEBATES FRT
- ANTIIMPERIALISMO
- FORUM PALESTINA
- POLÍTICA DE ORGANIZAÇÃO
quarta-feira, 7 de maio de 2025
ATO EM DEFESA DA ÁGUA E DA CEDAE * Movimento Pautas Populares/MPP
segunda-feira, 4 de setembro de 2023
ELETROBRAS E A FARSA DA PRIVATIZAÇÃO * Carlos Drummond/AEPET
quinta-feira, 13 de julho de 2023
ELETROBRAS PATRIMÔNIO PÚBLICO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
terça-feira, 11 de julho de 2023
NOTA EM DEFESA DA CAIXA, DOS EMPREGADOS E DO POVO BRASILEIRO * Diretoria da APCEF/RJ
terça-feira, 11 de abril de 2023
A RECEITA DE ROBERTO CAMPOS NETO * J. Carlos de Assis
A RECEITA DE ROBERTO CAMPOS NETO
O compromisso de enterrar a economia brasileira numa recessão sem precedentes está no DNA de Roberto Campos Neto. Seu avô, Roberto Campos, ministro do Planejamento do primeiro mandatário da ditadura militar, Castello Branco, uniu-se ao ministro da Fazenda, Octávio Gouvêa de Bulhões - figura de proa na ortodoxia burra da Fundação Getúlio Vargas, o berço do nosso fiscal-monetarismo -, para afundar o país, a partir de 1966, naquela que foi a pior crise econômica de nossa história.
Milhões de trabalhadores perderam os empregos num intervalo de três anos, com o aumento da taxa de juros a níveis extremos e quebras sucessivas de empresas industriais e comerciais. Quem ganhou, como sempre, em condições semelhantes às de hoje, foram os financistas, banqueiros e alguns grandes empresários. Estes depois de juntaram para dar a Campos um presente de gratidão por seu exemplar desempenho no governo: o conglomerado financeiro BUC, em torno do Banco União Comercial.
Como era muito bom de lábia, mas completamente incompetente como banqueiro, Campos, para desespero de seus patrocinadores, quebrou o BUC, naquele que foi o segundo maior escândalo financeiro da ditadura militar, depois do colapso do banco Halles. O mercado, naturalmente, entrou em pânico, pois o presidente do BUC havia desenvolvido uma ideia muito peculiar quanto à gerência de instituições financeiras. Sua ideia era concentrar os empréstimos em poucas grandes empresas. Essas estavam ligadas financeiramente a uma rede de outras centenas delas, e, ao final, a outros grandes bancos e praticamente a toda economia.
O ambicioso objetivo de Campos era copiar no Brasil o modelo japonês que havia dado suporte ao desenvolvimento econômico desse país tendo por esteio grandes conglomerados financeiros-industriais-comerciais. Ele se esqueceu, porém, de que os empresários industriais e comerciais brasileiros não queriam distribuir com aplicadores os lucros de suas empresas individuais, preferindo os clássicos empréstimos bancários à distribuição de dividendos nas sociedades anônimas. Na verdade, naquela época (início dos anos 1970), nem mesmo havia um marco legal bem estabelecido para isso.
Seguindo sua inspiração bancária, Campos concentrou os empréstimos do conglomerado que dirigia – banco comercial, banco de investimento e financeira, além de corretora e distribuidora de valores – em não mais que 16 grandes grupos, à frente dos quais estavam o Lume, a Servix e a Metropolitana. Era uma tremenda irresponsabilidade. Quando a economia passou da fase de expansão acelerada dos anos 68-73 para uma terrível contração, devida a fatores externos, esses três grupos sofreram tremendo abalo e entraram em regime concordatário ou falimentar, sem condições de realizar seus empréstimos.
O medo de quebras em cadeia com a crise de liquidez gerou pânico. O próprio governo, assustado, despachou para o Rio o presidente do BC, Paulo Lira, para contornar a situação. Houve uma negociação penosa com os controladores e uma investigação criteriosa da situação do conglomerado pela autoridade monetária, ao fim da qual ficou evidente que o passivo administrado por Campos era muitíssimo superior ao ativo. Em qualquer país, sua credibilidade estaria liquidada. Além disso, alguém teria de pagar essa conta.
As negociações para resgatar os estragos deixados pela quebra foram penosas. Era preciso arranjar de qualquer forma um meio para acalmar o mercado, mas, acima de tudo, era necessário um expediente para salvar a reputação de Campos. A fórmula encontrada foi entregar a administração da massa falida do BUC ao Itaú, um banco com credibilidade; e dar a Embaixada de Londres para o próprio Campos. Porém, mesmo a absorção pelo Itaú não foi simples. A ideia era que, para dar um recado exemplar aos banqueiros irresponsáveis, os antigos controladores teriam de ter algum prejuízo.
Acontece que Soares Sampaio, um dos acionistas do BUC, era odiado pelo presidente Geisel, porque, como um dos principais donos de uma refinaria privada, concorria com a Petrobrás na área petroquímica. Ele era um negociador duro e fez o máximo para reduzir suas perdas pessoais. De sua parte, os negociadores do BC tentaram omitir o fato de que o presidente queria cobrar dele alto preço por sua aventura bancária. Em determinado momento, porém, Lira perdeu a paciência, e lhe passou o recado de Geisel: “O presidente mandou lhe dizer que ou faz o negócio nos nossos termos, ou não terá nem pão nem água no governo dele”. Naturalmente, ele cedeu.
Fugindo da posição constrangedora que lhe deixou a quebra do BUC, o ex-ministro Roberto Campos, alegando que havia se esgotado “o prazo máximo previsto em lei” para que diplomatas ficassem fora do Itamarati, avisou que voltaria à carreira para assumir o honroso posto de embaixador brasileiro em Londres. Entretanto, mesmo lá as consequências da quebra o perseguiram. O BC descobriu que o último balanço do banco tinha sido fraudado, e a seu presidente havia sido destinada uma expressiva quantia em dinheiro. Um diretor do BC foi então despachado para Londres a fim de cobrar de Campos o dinheiro que recebeu. Ele pagou sem discutir.
Curiosamente, o jornal que anunciara sua saída do banco e a ida para a Embaixada disse que, no intervalo entre as duas funções, o antigo ministro do Planejamento se dedicaria a escrever, junto com Mário Henrique Simonsen, o livro A Modernização da Economia Brasileira. De que exatamente deveria tratar essa modernização? Do extremismo monetário e fiscal do governo Castello, que gerou milhões de desempregados e quebras de empresas, ou da irresponsabilidade bancária de Campos na direção do BUC? Seria isso a modernização da economia? Como disse uma vez Delfim Neto, quem sabe faz, quem não sabe ensina!
O neto de Campos que está na presidência do BC aprendeu muito bem com o avô a lição para destruir a economia brasileira. Com sua taxa de juros básica de 13,75%, ele superou as travas colocadas por Temer, Guedes e Bolsonaro no caminho de nossa recuperação industrial e tecnológica. Teto de gastos, equilíbrio fiscal, superávit primário são expedientes legais impostos pelos governos anteriores para impedir que, se um governo progressista como o de Lula viesse no futuro a ganhar as eleições, ele não poderia fazer nada para impulsionar o crescimento sustentável do país.
O mais terrível, porém, é o mandato de autonomia de quatro anos dado à diretoria do BC para conduzir, já na segunda metade do governo Bolsonaro, a política de juros que está sendo estabelecida para a primeira metade do mandato de Lula. Quando manipulada com má fé, como agora, ela tem reflexos diretos e negativos no câmbio e no comportamento geral da economia. Para escapar dessa restrição constitucional, só mesmo uma mobilização gigantesca da cidadania brasileira para exigir do Congresso uma reforma constitucional e restabelecer condições de governabilidade que imponham uma nova política fiscal-monetária ao país.
Se isso, tendo em vista a composição reacionária do Congresso, não for possível, poderia ser feito novo apelo ao Supremo Tribunal Federal para derrubar a autonomia do presidente do BC. Agora já não seria uma discussão em tese, como já foi feita e se tornou causa perdida, mas a busca de uma decisão nova sobre um fato concreto: ou a autonomia acaba, ou o Brasil quebra sob o comando do neto, como o BUC quebrou sob o comando do avô!
Uma última tentativa seria convocar no Brasil uma grande convenção internacional de economistas de renome, para fazer uma análise da política monetária em curso. A recente palestra do prêmio Nobel Joseph Stiglitz em seminário promovido pelo BNDES foi um bom exemplo de como personalidades de destaque no mundo da economia consideram os juros reais brasileiros, os mais elevados do mundo, como capazes de “matar a economia”. Diante disso, justifica-se inclusive apelar para a Lei de Segurança Nacional para proteger contra a morte o país e a sociedade brasileira.
domingo, 11 de dezembro de 2022
PRIVATISTAS ATACAM A COPEL * Rômulo Jr / PR
PRIVATISTAS ATACAM A COPEL
Por aqui no estado do Paraná - Foz do Iguaçu, as austeridades da política criminal do neoliberalismo seguem a todo vapor na figura do governador reeleito em primeiro turno com cerca de 70% dos votos válidos, Carlos Massa Ratinho Júnior (Ratinho-PSD), com a venda ressente da empresa pública ( COPEL) e o projeto de privatização do ensino público e dos hospitais da rede SUS, que já esta bem avançado, revela um sinal concreto de que mesmo com a derrota de Bolsonaro nas eleições presidenciais, as políticas de ataque à classe trabalhadora e o avanço do programa neoliberal não sofreram revés algum.
A venda da empresa Copel, distribuidora de energia que fora aprovado em tempo recorde na camarada estadual pela maioria dos parlamentares, sem abrir espaços para discussão com a sociedade mostrou explicitamente a face desta política devastadora neoliberal.
É preciso que se denuncie a toda sociedade paranaense e para o povo brasileiro o que de fato está por traz de tudo isto. Não podemos aceitar ou tampouco permitir que o capital neoliberal venda as nossas riquezas e nos condicione a minguar para o abismo, sem direitos, sem futuro, condicionando o povo trabalhador assim a trilhar sobre sua própria sorte sem nenhuma perspectiva!
Romulo Jr.PR
quarta-feira, 30 de novembro de 2022
É PROIBIDO GOVERNAR * IGOR GRABOIS/RJ
É PROIBIDO GOVERNAR
Considerações sobre a captura pelo neoliberalismo da máquina pública
Impressionante o que o neoliberalismo fez com a máquina pública brasileira. O presidente eleito tem, na prática, de pedir para governar. E não estou falando de aprovação de leis no Congresso e que tais. Estou falando das atribuições do Poder Executivo.
Uma série de órgãos públicos tem “mandato”, que blindam seus dirigentes do voto popular. O Banco Central independente – deve ser do pai e da mãe, porque é dependente do mercado – é o caso mais gritante. Bob Fields Neto, parça do sinistro Paulo Guedes, tem dois anos ainda para sabotar a política econômica do governo.
A Aneel, a agência capturadíssima pelos regulados, as empresas do setor elétrico, avisa o governo de transição que a energia vai aumentar 5,3%, em algumas distribuidores mais de 10%. Por cálculos que ninguém sabe quais. Bastaria trocar os dirigentes da Aneel e implantar a modicidade tarifária. Só que não. A Aneel tem “mandato”. O setor está todo privatizado e é necessário “respeitar os contratos”. Danem-se os consumidores residenciais e empresariais.
A situação se repete em um monte de outros setores como aeroportos, telefonia, portos. Até a Embratur tem “mandato”. Bozo nomeou o Sanfoneiro Gilson para quatro anos (!) de mandato. O próximo governo está impedido, de fato, de implantar uma política para o turismo. O Sanfoneiro Gilson, é de conhecimento geral, acha que turismo é jogo e turismo sexual.
Na Petrobras, com um estatuto que favorece os acionistas minoritários, o presidente da empresa, ex-secretário de Paulo Guedes, anuncia que ficará até abril de 2023, até a nova Assembleia de acionistas. Vai aproveitar para vender mais alguns pedaços da companhia.
O vice-presidente Geraldo Alkmin negocia com o Sebrae para que adie a eleição de sua direção para fevereiro. O Sebrae faz parte do sistema S, mas recebe caminhões de dinheiro público para não apoiar, com medidas concretas, a micro e pequena empresa.
A maioria do povo não sabe disso. O aumento da energia elétrica vai para o colo do novo presidente. O aumento de juros e política monetária contracionista vão fazer o Tesouro e a política fiscal enxugar gelo, com efeitos devastadores nos preços e nos empregos. A conta também será paga por Lula.
O tal mercado tem as agências, o Banco Central e os tais “contratos” que só beneficiam as empresas. E ainda querem impor um nome de seu agrado no Ministério da Fazenda e ditar a política fiscal. A política fiscal é a única que o presidente, no momento, pode implementar, já que a monetária e a cambial estão a cargo do Banco Central “independente”.
Para implantar o programa escolhido pelas urnas é mandatório que os arranjos institucionais implantados desde o governo FHC sejam rediscutidos, com o retorno para os ministérios o poder usurpado pela miríade de agências regulatórias que trabalham a favor dos regulados privados.
FONTE
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
A UFRJ NÃO ESTÁ A VENDA !! * Victória Pinheiro/ADUFRJ/SINTUFRJ/DCEUFRJ/RJ
O objetivo do projeto é entregar 15.000 m2 para a iniciativa privada construir uma casa de shows com capacidade para mais de 4 mil pessoas. Essa proposta se agrava ainda mais pois o local em questão está ao lado do INDC que atende pacientes da neurologia e muito próximo do Instituto Philipe Pinel, que é referência no atendimento psiquiátrico, o que será feito com esses pacientes em dias de grandes shows?
Reitoria da UFRJ realiza votação controversa de projeto que cede terreno da instituição à iniciativa privada
“Movimento UFRJ não está à venda” publica nota crítica à administração central da UFRJ e diz que processo foi autoritário, desmedido e apressado
Da Redação da ADUFF
Fotos: Luiz Fernando Nabuco
Na manhã do dia 17 de novembro, o Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Consuni – aprovou de forma controversa o "Projeto de Valorização do Patrimônio da UFRJ”. A medida cede 15 (quinze) mil m² do Campus da Praia Vermelha para a construção de uma casa de shows privada, por um período de no mínimo 30 (trinta) anos e, em contrapartida, a empresa que terá a administração do antigo Canecão precisará garantir a edificação de um novo restaurante universitário e um espaço para até 80 salas de aulas.
No entanto, como denuncia o “Movimento UFRJ não está à venda”, a votação ocorreu de forma autoritária pela reitoria. Em nota, o movimento - formado por Sintufrj, Andes-SN e DCE Mário Prata - disse que por diversas vezes alertou a reitoria que um tema sensível como tal “exigia mecanismos de democracia participativa, como audiências públicas e plebiscitos com a comunidade, dentre outras formas de debate”. A mesma nota disse que o CFCH – Centro de Filosofia e Ciências Humanas - foi o único centro que conseguiu, no tempo tão curto em que essa discussão foi levada ao CONSUNI, realizar uma consulta à sua comunidade e cerca de 90% disse NÃO ao projeto.
Leia a íntegra em https://www.instagram.com/p/ClGyegnLrnX/?igshid=YzdkMWQ2MWU=
Veja mais em: http://www.aduff.org.br/site/index.php/notocias/noticias-recentes/item/5188-reitoria-da-ufrj-realiza-votacao-controversa-de-projeto-que-cede-terreno-da-instituicao-a-iniciativa-privada
segunda-feira, 4 de julho de 2022
A SEGUNDA MORTE DE CHICO MENDES * MÍDIA NINJA

quinta-feira, 1 de julho de 2021
Comitê em Defesa dos Correios * Alejandro Acosta/MG
Comitê em Defesa dos Correios
Vários trabalhadores dos Correios lançaram o Comitê em Defesa dos Correios com o objetivo de lutar contra a privatização, a defesa dos serviços sociais prestados (tais como as entregas dos materiais do ENEM e das prefeituras), assim como a defesa dos empregos.
O Comitê irá impulsionar uma campanha nacional com o objetivo de mobilizar os trabalhadores e a população na defesa desse importante patrimônio que está sendo intencionalmente sucateado para entrega-lo aos abutres capitalistas.
ADEMIR SOUZA
Sempre as privatizações dos serviços públicos foram seguidas do aumento sensível das tarifas, que são aplicadas contra a população como se fossem impostos.
A qualidade dos empregos gerados sempre são muito piores aos eliminados, até porque os abutres capitalistas buscam maximizar os lucros em cima do sangue e suor dos trabalhadores.
O Comitê irá utilizar vários mecanismos de propaganda com o objetivo de sensibilizar e mobilizar o povo brasileiro. Serão confeccionados banners, memes, matérias, abaixo assinados, vídeos, áudios. Buscaremos lançar outdoors, entrevistas nas rádios etc.
Em outras palavras, o Comitê irá promover uma série de atividades para enfrentar a entrega devido à inoperância das direções dos sindicatos atuais e dos partidos políticos. Todos eles atuam ajudando o Governo Bolsonaro a massacrar o Brasil.
O presidente da Câmara dos Deputados, o bolsonarista Artur Lira anunciou que colocará em pauta da privatização dos Correios já neste mês de julho, buscando que seja tão simples como a privatização da Eletrobras.
Vamos discutir com os trabalhadores e a população a importância de enfrentarmos o massacre do Brasil. Usemos esta campanha de propaganda como um instrumento para impulsionarmos a luta.
Por 250 mil empregos concursados, conforme recomendação da União Postal Universal.
Os Correios são nossos!
Trabalhadores uni-vos já!
ALEANDRO ACOSTA/MG
membro do Conselho Editorial do jornal GAZETA REVOLUCIONÁRIA










