A GUERRA DE BOLSONARO
O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quinta-feira, 9 de setembro de 2021
A guerra de Bolsonaro * Lizt Vieira
quarta-feira, 8 de setembro de 2021
DESMASCARANDO A CONCILIAÇÃO DE CLASSES * Dalton Rosado / CE
DESMASCARANDO A CONCILIAÇÃO DE CLASSES
O Partido dos Trabalhadores, como todos os partidos trabalhistas do mundo, não quer superar o trabalho abstrato e a figura do trabalhador, que é a razão de ser da sua existência.
Precisamos compreender que o trabalho abstrato, e sua personificação no trabalhador, se constituem como a base e a primeira célula da formação do valor abstrato, ou seja, do dinheiro que se transforma em capital. O trabalho e o trabalhador não são a antítese do capital, mas a sua base existencial primária escravizada.
O PT se nutre dessa condição para existir, ou seja, do trabalho escravo do capital, e a questão que se coloca não é libertar o trabalho produtor de valor, mas supera-lo enquanto categoria do capital. Não se trata de nos libertarmos NO Trabalho, mas nos libertarmos DO trabalho!!!
Enquanto existir o trabalho e o trabalhador a luta de classes vai continuar a existir, bem como a divisão das próprias classes sociais, e nessa guerra os que compram a mercadoria salário e os as vendem serão sempre os artífices da segregação social de classes, e com a vitória dos primeiros, detém o capital. Não devemos tentar melhorar a vida dos trabalhadores, impossível de acontecer sob o jugo do capital, mas superar as categorias capitalistas trabalho e trabalhador como fator da emancipação humana.
Chega de servilismos bem intencionados; destes o inferno está cheio!!!
Dalton Rosado / CE
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terça-feira, 7 de setembro de 2021
Intentona bolsonarista * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
GO HOME YANKEES: Invasões norteamericanas * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
GO HOME YANKEES:
Invasões norteamericanas
Arruaceiros são elles * Iracildo Binichevski / RS
Arruaceiros são elles
Tive a ventura de ser atuante na saída da ditadura para a redemocratização. Muitos de nós realmente ajudaram a escrever a história daquela época, fazendo a sociedade se organizar e evoluir: Associações de Bairro, Movimentos dos Desapropriados, Reorganização dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Movimento dos Sem-terra. Grãos de democracia, que, tal qual grãos de areia, formaram o areal da redemocratização.
DITADURA NUNCA MAIS
Éramos e ainda carregamos o estigma de “arruaceiros”, pois gritávamos pela liberdade de expressar a necessidade de um pedaço de terra, uma casa para morar, um emprego para sobreviver, a aposentadoria para as agricultoras, e o fim da fila de pedintes que tocavam a campainha de nossa casa pedindo comida.
Por isso éramos, e muitos ainda assim nos consideram, “arruaceiros”.
Claro, entramos à força de pequenos grupos em órgãos públicos, em terras de fazendeiros, e ocupamos ruas das cidades. Organizados, fazíamos com tais gestos apenas atos políticos, reivindicando direitos legítimos, negociando em favor de todos, e progredindo no rumo das conquistas sociais.
Jamais ameaçamos a democracia que ressurgia. Criticamos os poderes, até de modo ácido, mas sem atentar contra eles. Nunca reclamamos a falta de oportunidade de fazer confusão por interesses pessoais, de xingar de forma animalesca, de ofender as minorias. Nem mesmo, no MST, reclamamos por ter apenas foices e forcas para nos depender das forças opressoras.
No dia 7 de setembro os não “arruaceiros” planejam tomar as ruas das grandes cidades. Têm as costas quentes pelo dinheiro dos poderosos, rugem guarnecidos por forças militares clandestinas que afrontam as leis e seus regulamentos, defendem o direito de comprar armas, reivindicam o direito de xingar, de atentar contra os poderes, de vender o Brasil aos americanos, de desmatar e de espoliar os cofres públicos.
Não dizem uma única palavra em favor dos fracos e desprotegidos, nunca defendem os direitos das minorias e das maiorias pobres, ameaçam com a ditadura, não lamentam a crise social e econômica, não se importam com a fome que campeia e com as mortes, não estão nem aí se os pobres têm que escolher entre o almoço ou a janta (ou nenhum deles).
Nós éramos arruaceiros. E eles são o que?
Você, cidadão verdadeiramente de bem, pensa um pouco e não vá às manifestações dos que somente pensam em si e na violência. Pense em seus filhos e netos, e nos ajudem a devolver a paz e o progresso ao Brasil.
Arruaceiros são eles, nós sempre fomos cidadãos de bem e democráticos.
Texto de Iracildo Binicheski / RS - Escritório Binicheski Advogados
Ditadura do proletariado * Jorge Amado / BA
DITADURA DO PROLETARIADO
O senhor não vai querer me convencer que é com a ditadura do proletariado que o homem se liberta…
– Não quero convencê-lo de nada, doutor. Para mim é suficiente que os operários o compreendam. Sim, a ditadura do proletariado libera o homem da miséria, da ignorância, da exploração, do egoísmo, de todas as cadeias em que o amarra a ditadura da burguesia e dos latifundiários a que os senhores chamam de democracia e que agora se transforma no fascismo. Democracia para um grupo, ditadura para as massas. A ditadura do proletariado quer dizer democracia para as grandes massas.
O juiz forçou um sorriso:
– Já li isso em qualquer parte: “tipo superior de democracia…” Chega a ser divertido. Nem liberdade de expressão, nem liberdade de crítica, nem de religião…
– O senhor está descrevendo o Estado Novo e não o regime socialista – comentou João. Num Estado socialista, na URSS, existe liberdade de expressão, de religião, de crítica. Basta ler a Constituição Soviética. O senhor a conhece? Eu recomendo-lhe a leitura, doutor. Para um jurista é essencial.
– Liberdade na Rússia… Liberdade de ser escravo do Estado, de trabalhar para os demais. Liberdade de não possuir nada, de não ser dono de nada.
– Sim, a liberdade de explorar os demais, de possuir os meios de produção, essa não existe na URSS. Essa existe aqui, doutor, liberdade para os ricos, para uns quantos. Para os demais, para a imensa maioria dos brasileiros, o que existe é liberdade de passar fome e de ser analfabeto. E a cadeia, as pancadas, a solitária, se protestar contra isso. O senhor se esquece que está falando com um preso, doutor, uma vítima da vossa liberdade. Os senhores se contentam com a liberdade para sua classe. Nós queremos a verdadeira liberdade: liberdade do homem com sua fome saciada, do homem livre da ignorância, do homem com trabalho garantido, sem problemas para o sustento dos filhos. Doutor, não fale de liberdade aqui, na Casa de Detenção. Aqui a nossa liberdade vale bem pouco. É abusar de uma palavra que para nós, comunistas, tem um significado muito concreto.
– Com os senhores não se pode conversar. Querem impor as idéias pela força.
– Pela força? – João sorriu novamente. – cuidado, doutor, assim o senhor vai terminar afirmando que fui eu quem espancou a polícia…
– O senhor é um moço inteligente – a voz do juiz fazia aconselhadora. – Até é difícil acreditar que o senhor seja mesmo um operário. Se o senhor abandonasse essas idéias ainda poderia vir a ser um homem útil ao país, quem sabe não poderia ainda…
– Não, não poderia, doutor. Sou comunista, esta é minha honra, meu orgulho. Não troco esse título por nenhum outro – seus olhos se estenderam além das grades das janelas, viam-se diante dos muros, os tetos das casas na rua.
Trecho do livro "Os subterrâneos da Liberdade" (trilogia) de Jorge Amado.
Escrito na Tchecoslováquia, 1952-53.
segunda-feira, 6 de setembro de 2021
FARC DESMASCARA EXÉRCITO COLOMBIANO * Notícias Saravena
FARC DESMASCARA EXÉRCITO COLOMBIANO
EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE * UERJ
EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE
VAMOS DEFENDER A UERJ
A Uerj está sofrendo um grave ataque através do PL 4.673/21, que tramita na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, que tem como proposta a EXTINÇÃO da Universidade. Para tanto, o projeto passa para a iniciativa privada o seu patrimônio, condena suas pesquisas científicas e sua extensão, além de destinar também para o mercado os seus alunos, e colocar os seus servidores em disponibilidade, trazendo para a população um dano incalculável e irreparável.
A Uerj, em seus 70 anos de existência, é uma instituição pública de excelência, que figura em todos os rankings internacionais e nacionais como uma das maiores e melhores universidades do Brasil, promovendo a inclusão social, o implemento de políticas públicas, o desenvolvimento social, científico, tecnológico, cultural e econômico da sociedade e do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil.
A Uerj precisa continuar a existir, sendo patrimônio da sociedade fluminense. Por isso, queremos manter a Uerj como uma Universidade PÚBLICA, GRATUITA, REFERENCIADA SOCIALMENTE E DE EXCELÊNCIA.
A Uerj não será extinta porque ela muda a vida das pessoas para sempre!
O link do nosso ABAIXO ASSINADO é esse:
ABAIXO ASSINADO EM DEFESA DA UERJ
https://forms.gle/sWrhf5p3zEvg2raDA
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Essa é minha história * Manoel Cyrilo de Oliveira Netto
ESSA É MINHA HISTÓRIA
domingo, 5 de setembro de 2021
Conto Árabe: A dura vida de Riaj * Avlis Ojuara
Conto Árabe
Vivia Riaj Ozob
Lá no estado do Rio
Sua vida pequenina
Sem susto, sem catabiu
Fazendo pequenos furtos
Na Avenida Brasil
Sonhava ter um fuzil
Mas não tinha um canivete
Assim roubava velhinhos
Desde quando era pivete
Era um ladrão descuidista
Chamado de Dezessete
Odiava piriguetes
E a farda lhe atraia
Por não ter raciocínio
Sozinho ele não crescia
Assim entrou em um bando
Para ganhar mixaria
Como não obedecia
Alibabá, o ladrão
Riaj acabou flagrado
Roubando resto de pão
E do bando foi expulso
Enxotado como um cão
Mas tendo convicção
Que nascera pra roubar
A festa de um partido
Riaj foi procurar
E até hoje não entende
Como conseguiu entrar
Quando viu, já tava lá,
No meio dos deputados
Sem saber como agir
Pois não era preparado
Aí, pensou: vou fazer
tudo aquilo que é errado
Ladrãozinho de trocado
Ele roubou gasolina
Furtou bilhete aéreo
E desviou a propina
Até banca de laranja
Ele botou na esquina
E Cris, uma bela menina
Lhe deixou apaixonado
Quando lhe apresentou
Um esquema arretado:
Que ele montasse um bando
Cobrando do “associado”
Ele ficou arriado
Por essa sua amiguinha
Que já cuidava de tudo
Morava na camarinha
E ele todo contente
Com a sua rachadinha
Riaj pensava: “é minha
Porque no furto é parceira
Merece um segurança
Para lhe levar pra feira
Pois laranja para nós
É a fruta de primeira”
Mas foi nessa brincadeira
Que ele entrou numa fria
Logo ele que, diziam,
Tinha a cabeça vazia
Agora sentia um peso
Sua cabeça pendia
Cris agiu com covardia
Lhe tirando a esperança
Sua cabeça pesava
Quebrava até a balança
E o povo todo dizendo
Olha o “cabeça-de-lança”
Pensou até em vingança
De paraquedas pular
Mas Osmar lhe avisou
“Na terra vais te estrepar
Pois tu ganhastes foi chifre
E não asas pra voar”
“Então, vou de moto andar”
Ele pro povo avisou
Porém essa tentativa
Sucesso não alcançou
Porque, em um par de chifres,
O capacete enganchou
Riaj até chorou
E disse vou largar tudo
Não tenho mais nem partido
E gaia não é escudo
E em todo canto que passo
Só me chamam de chifrudo
E assim fugiu, o galhudo
Que arruinará a nação
Sabendo que todo mundo
Já tinha até um refrão:
“Além de ladrão é corno
Além de corno é ladrão”
Avlis Ojuara
Uru Ruc, 2022
O Filho de satanás * José Pessoa de Araújo / PB
Já custa sete reais
O gás já passou de cem
A inflação é voraz
O genocida só pode
Ser filho de Satanás
O povo passando fome
De Norte a Sul do Brasil
Em vez de dar alimentos
Ele quer dar um fuzil
Vamos tirar esse verme
Prender esse imbecil
Esse marginal golpista
É cria de Satanás
Veio para destruir
Nada de bom ele faz
Cadeia pra ele é pouco
Nós queremos muito mais
Ele só pensa em dar golpe
Está muito enganado
O povo vai resistir
Não vai ser amordaçado
De Brasília esse verme
Vai sair é algemado
Ditadura nunca mais
Queremos prosperidade
Prezamos a democracia
E a nossa liberdade
Bolsonaro é um pilantra
Um homem sem qualidade
Esse desqualificado
Quer uma guerra civil
Fica inflamando o "gado"
Coisa que nunca se viu
Vamos depor esse monstro
Para o bem do Brasil
O desemprego é recorde
A fome está matando
Pessoas moram nas ruas
O número está aumentando
A família do capitão
Só riqueza acumulando
A família Bolsonaro
Ostenta muita riqueza
Em Brasília compra mansões
Vive como realeza
Nunca produziram nada
Não sabem o que é pobreza
Nenhum dos filhos do Bozo
Teve carteira assinada
Vivem mamando nas tetas
De nossa Pátria amada
Uma parte do dinheiro
É trazido de "rachada"
O professor Fernando Lúcio
Que em política faz mestrado
Disse que o Bolsonaro
Precisa ser estudado
Um cabra assim como ele
Não existe assemelhado
JOÃO PESSOA ARAÚJO / PB
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