quarta-feira, 4 de novembro de 2020

CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE!! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT-BR

 CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE!!

Homenagem a Carlos Marighella da Coordinadora Simon Bolivar

Homenagem a Carlos Marighella feita por Carlos Pronzato
*
CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE!!

Há 51 anos, em 04 de novembro de 1969, era assassinado o político,


escritor e revolucionário Carlos Marighella em uma emboscada do

Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) comandada

pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury.


Carlos Marighella nasceu no dia 05 de dezembro de 1911, em Salvador (BA), filho da baiana Maria Rita do Nascimento e do imigrante italiano Augusto Marighella. Incentivado pelos pais, cursou Engenharia na Escola Politécnica da Bahia e nesse período se aproximou da Juventude Comunista de Salvador.


Marighella escreveu poemas e denunciou a censura, participando ativamente de manifestações estudantis, e por esse motivo foi preso pela primeira vez no governo do interventor Juracy Magalhães. Depois do seu período na prisão, passou a militar efetivamente na Juventude Comunista de Salvador. 


Em 1936, aos 25 anos de idade, o militante baiano foi transferido para o Rio de Janeiro para ajudar na reorganização do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Nas manifestações em 1° de maio do mesmo ano é preso pela segunda vez, torturado e após um ano sai da prisão e entra na clandestinidade, mudando-se para São Paulo em 1937. Dois anos depois, já sob a ditadura do Estado Novo, Marighella se torna um preso político pela terceira vez.


Ficaria preso por seis anos, e nesse período aprendeu inglês e ajudou na alfabetização de companheiros do cárcere. Marighella sai da prisão em 1945 com a anistia do Estado Novo, período que Luís Carlos Prestes e outros presos políticos do regime também são libertos. Em dezembro do mesmo ano ele é eleito deputado federal pela Bahia através das eleições constituintes, entretanto não demorou muito para Marighella voltar à clandestinidade porque em 1947 durante o governo de Eurico Gaspar Dutra o PCB tem seu registro cassado. 


Passado o tempo, o Brasil vivencia o golpe militar de 1964 e Carlos Marighella é preso pouco depois do golpe deflagrado, foi baleado em uma sala de cinema no Rio de Janeiro. Solto um ano depois, Marighella é contrário ao posicionamento de conciliação que o PCB adotou após o golpe. Para ele, a luta de guerrilha era a única saída para aquele momento de repressão. O Comitê Central do PCB, liderado por Prestes, expulsa a ala divergente que em 1967 criaria a Ação Libertadora Nacional (ALN).


Carlos Marighella se torna líder da ALN, a maior organização de guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, e por isso é considerado o inimigo número um do regime. Na noite de 04 de novembro de 1969 ele é assassinado em São Paulo, em uma emboscada na Alameda Casa Branca no bairro Jardim Paulista. O delegado Sérgio Paranhos Fleury armou tudo depois de torturar os freis dominicanos Fernando de Brito e Ivo Lesbaupin, obrigando-os a marcar um encontro com Marighella. Cinco tiros. E então a ditadura militar eliminava seu inimigo número um.


Depois do assassinato de Carlos Marighella muitas homenagens foram feitas ao revolucionário, e com o passar dos anos muitos ainda procuram conhecer sua história. Com uma vida muito agitada, o baiano lutou até onde pôde defendendo o que acreditava. Nunca se calou diante da censura e repressão. Preso e torturado inúmeras vezes, continuou na busca de uma sociedade livre de opressões. Assassinado e ainda vivo em ideais. Carlos Marighella, presente!


#CarlosMarighella 

#Revolucao

#DitaduraNuncaMais

#TodasAsVidasImportam

#SMDH

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terça-feira, 3 de novembro de 2020

PARA NÃO ESQUECER - 02 DE NOVEMBRO DE 1952 * Ernesto Germano Parés

 PARA NÃO ESQUECER – 02 DE NOVEMBRO DE 1952


UM DIA DE FINADOS PARA FICAR NA HISTÓRIA

(Ernesto Germano Parés)


Nova Lima é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Lá funciona, desde a segunda metade do século XIX, a mina de ouro de uma empresa inglesa, a AngloGold Ashanti Brasil Mineração, também conhecida como “a mina de Morro Velho”.


Um forte movimento sindical atua na região desde os primeiros anos do século XX e, mais tarde, diretores vinculados ao PCB assumiram a liderança no sindicato e levaram os operários a grandes lutas e vitórias.


Um dos dirigentes conhecidos foi William Dias Gomes, nascido em Mariana. Aos 22 anos conseguiu um emprego na mina na função de “gaioleiro”. Ou seja, trabalhando a dois mil e quinhentos metros abaixo da superfície, sob temperaturas às vezes superiores a 40 graus, sua função era empurrar com o ombro o carrinho, carregado de minério, para dentro do elevador, e dar o sinal de partida.


Em 1945, ingressou no Partido Comunista e tentava estudar nas horas vagas. Lia muito sobre a história do Brasil e estava aprendendo português para melhorar sua escrita. Em 1948, já dirigente do sindicato dos mineiros da região, liderou uma grande greve por melhores salários e condições de trabalho que teve início no dia 18 de outubro. Tudo parou. Sete mil operários cruzavam os braços.


Dois dias depois a greve teve a primeira vitória e os patrões aceitavam a readmissão de seis trabalhadores demitidos, o pagamento aos operários dos dias de paralisação e o compromisso de dar uma resposta, no prazo de 30 dias, às reivindicações de salários. 


O prazo para a resposta da empresa estava terminando quando William foi assassinado. Os jagunços o mataram, pelas costas, seis dias antes da data.


Mas a resposta ao terror foi imediata e duas mil pessoas, homens e mulheres, gente de toda idade, principalmente mineiros do Morro Velho, acompanharam os funerais de William Dias Gomes, cuja vida fora cortada aos 33 anos pelo tiro de um capanga da empresa britânica.


Mas a luta dos trabalhadores de Nova Lima não terminava ali. Aquela greve foi parcialmente vitoriosa e serviu para organizar ainda mais os mineiros. Novas lutas seriam travadas e algumas conquistas alcançadas.


No final de 1952 os mineiros de nova lima entram novamente em greve por melhores salários. Os grandes jornais começam a divulgar que a greve era coisa dos comunistas e a jogar a opinião pública contra os mineiros. As negociações não andavam e tudo fazia esperar uma derrota dos grevistas. A empresa gastava muito dinheiro na imprensa fazendo propaganda contra “os baderneiros” que queriam destruir a mina e a única fonte de trabalho da região. Amedrontavam os moradores com a possibilidade de fechamento da mina.


Mas foram surpreendidos! No dia 02 de novembro, Dia de Finados, militantes da JOC (Juventude Operária Católica) que haviam realizado uma reunião na noite anterior para apoiar a greve dos metalúrgicos, colocam uma enorme faixa nos cemitérios da região onde se lia: “VOCÊS QUE VÃO VISITAR OS MORTOS, LEMBREM-SE DOS VIVOS QUE ESTÃO MORRENDO DE FOME EM NOVA LIMA”. 


A reação popular foi surpreendente. Houve doações de alimentos e roupas para os grevistas, “caixinhas” que juntavam dinheiro que era levado para o sindicato, manifestações nas ruas da cidade. 


Depois de 33 dias de greve, a empresa se curvou e atendeu aos mineiros concedendo os aumentos salariais e melhorando as condições de trabalho no interior da mina.


VIVA A SOLIDARIEDADE ENTRE TRABALHADORES!


VIVA A LUTA DOS COMPANHEIROS DE NOVA LIMA!


sábado, 31 de outubro de 2020

Boiola é vossa excelência * Tio Lindo - MA

 "BOIOLA É VOSSA EXCELÊNCIA"


RESPEITO É BOM E EU GOSTO

TAMBÉM CONSERVA OS DENTES

O RESPEITO É BEM VINDO

EM TODO E QUALQUER AMBIENTE

TORNA-SE AINDA MAIS VITAL

NA BOCA DE UM BOÇAL

NO CARGO DE PRESIDENTE


AO PISAR NO MARANHÃO

PELA PRIMEIRA VEZ

O LÍDER MOR DESSA NAÇÃO

UM POÇO DE ESTUPIDEZ

DESRESPEITOU SERIAMENTE

FEZ CHACOTA DE MINHA GENTE

COMO ELE SEMPRE FEZ


COMO SEMPRE IGNORANTE

DE BOIOLA NOS CHAMOU

POR NOSSO REFRIGERANTE

TER O ROSA EM SUA COR

O FILHO DELE É BOIOLA

É FANTA, NÃO COCA COLA

E "JESUS" NUNCA PROVOU


O NOSSO REFRIGERANTE

É PRODUTO CONSAGRADO

AJUDA NOSSA ECONOMIA

É REFERÊNCIA NO MERCADO

AÍ VEM ESSE PAMONHA

DESMORALIZA E ENVERGONHA

UMA RIQUEZA DO ESTADO


PARA SER UM PRESIDENTE

UM HOMEM TEM QUE TER RESPEITO

NÃO HUMILHAR SUA GENTE

E NEM ZOMBAR DESSE JEITO

NUNCA ANTES NO BRASIL

HOUVE TAMANHO IMBECIL

COM A FAIXA SOBRE O PEITO


O QUE FICA MUITO CLARO

NESSA AFRONTA PROFERIDA

PELO TAL DO BOLSONARO

AO PROVAR NOSSA BEBIDA

É QUE TAL QUAL SUA CRIA

ESSA INFAME ANOMALIA

É UMA BICHONA ENRUSTIDA


E QUEM DEFENDE ESSA BOSTA

COM SUAS DESCULPAS MIL

ME PARECE QUE ATÉ GOSTA

DO TERMO QUE LHE CAIU

SER CHAMADO DE "VIADO"

POR UM GAY ENCLAUSURADO

QUE ADORA UM "FUZIL"


NUNCA FOI POR BRINCADEIRA

TAMANHA DIFAMAÇÃO

SUA INTENÇÃO É VERDADEIRA

É DE CAUSAR HUMILHAÇÃO

AO MARANHENSE,AO NORDESTINO

HOMEM,MULHER E MENINO

REFUGOS DESSA NAÇÃO


RESPEITE O MEU TORRÃO

SÓ OFENDA O SEU GADO

QUE LHE RENDE  ADORAÇÃO

MESMO RIDICULARIZADO

VÁ COM SUA "MERDORRAGIA"

CAGAR OUTRA FREGUESIA

MEU MARANHÃO É SAGRADO.


TIO LINDO(30/10/20)

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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

O Conforto dos mercenários * FAI/Espanha

O CONFORTO DOS MERCENÁRIOS

Declaración del FAI sobre el refugio en España de Leopoldo López


Leopoldo López no era un "preso político"; es un criminal, sentenciado a 13 años de cárcel por los  tribunales de Venezuela como principal instigador de las revueltas de 2014 que causaron la muerte  de más de cuarenta personas. 

Leopoldo López había sido entrenado y financiado por Washington para organizar las operaciones  de "cambio de régimen" en Venezuela, desde su plataforma ultraderechista Voluntad Popular, que  recurría a las técnicas de agitación violenta en las calles con resultado de muertes para criminalizar  al gobierno como responsable. Seguía así las tácticas expuestas por el teórico Gene Sharp en su  libro "De la dictadura a la democracia" y usada con profusión en las llamadas "revoluciones de  colores". 

Las medidas de gracia del gobierno de Maduro habían permutado su prisión por arresto domiciliario hasta terminar su condena. Esta circunstancia permitió su fuga para poder dirigir él personalmente  el frustrado intento de golpe de estado de 2019, que había organizado con la colaboración del  figurante Guaidó. 

La injerencia del Reino de España dio entonces un salto cualitativo, al ser acogido el prófugo en la  embajada de España en Caracas, contraviniendo la Convención de Viena sobre relaciones  diplomáticas, que prohíbe la protección de criminales, condenados en firme, contra el estado  anfitrión. Para evitar la escalada, el hecho fue tolerado por el gobierno de Venezuela bajo  compromiso de su no participación en actividades políticas. 

Muy al contrario, desde su refugio en la embajada, Leopoldo López continuó siendo el principal  artífice de todas las actividades insurgentes, que organizaba desde allí con la aquiescencia del  Embajador Jesús Silva. La última y más desesperada, la preparación de la frustrada incursión de  paramilitares conocida como operación Gedeón en mayo de este año.  

Hay que señalar el cinismo del embajador y de las autoridades españolas sobre su no participación  en los hechos que le han permitido escapar. 

Los vínculos de Leopoldo López con España, como vector de penetración de la actividad de acoso a Venezuela desde la propia España y desde la Unión Europea, fueron estrechados por el PP durante  el gobierno de Rajoy: se le concedió la ciudadanía española en 2015 y su padre, con poderosos  intereses inmobiliarios en Madrid, fue presentado en las listas electorales y elegido eurodiputado  por ese partido en 2019. 

Con esta operación, el Reino de España perpetúa la ignominiosa tradición abierta por la dictadura  del general Franco de dar refugio a personalidades implicadas en los peores crímenes contra los  pueblos del mundo, desde nazis exiliados tras su derrota en la Segunda Guerra Mundial,  neofascistas italianos que ejecutaron aquí acciones terroristas tras la dictadura, hasta tiranos y sus  familias (como Batista o Trujillo), además de agentes de las sanguinarias dictaduras del cono Sur y  terroristas de la extrema derecha latinoamericana.  

Resulta insoportable la hipocresía de las autoridades, políticos y medios españoles, rotundos en su  categorización de terrorismo para cualquier actividad que cuestione la vigencia de la Constitución  Española, aún por vías pacíficas, que sin embargo dan amplia cobertura a un criminal convicto y  confeso, calificándolo como "preso político". 

La continuada injerencia española en la política Venezolana, que tuvo su máxima expresión en el  apoyo directo al golpe de estado de 2002 contra Hugo Chávez, se inscribe en el marco de la guerra  desatada por el imperialismo, liderado por los EEUU, contra su soberanía para hacerse con sus 

recursos, impedir la integración regional y frustrar el poderoso ejemplo de dignidad y resistencia  que supone para las clases populares de toda Latinoamérica. 

Es llamativo el sometimiento a criterios ajenos al declarar "enemigos de España" a quienes  determinan desde los EEUU, sin exigir de ellos el más mínimo soporte documental. 

Este sometimiento cobra especial significación en la innoble actitud del Alto Representante de la  UE para la Política Exterior, el español Josep Borrell, vocero e impulsor de las acciones de guerra  económica contra Venezuela desde ese ámbito.  

El FAI denuncia la actitud servil del Gobierno, contraviniendo la Convención de Viena y la propia  legislación española y faltando al compromiso de no permitir actividades ilegales desde su  embajada.  

Asimismo, denunciamos la irresponsable participación de muchas de las instituciones a todos los  niveles de la administración en el apoyo a esta facción filofascista de la oposición venezolana. 

Y de manera general, denunciamos a los partidos del arco constitucional y al complejo mediático  españoles, que sostienen desde hace años la campaña de acoso contra el legítimo gobierno de  Venezuela, en una actitud que solo beneficia a ciertas élites dispuestas a sacrificar la paz. 

Condenamos la colaboración del Gobierno de España en la huida clandestina de un delincuente  convicto de terrorismo y prófugo y demandamos su devolución por vía de extradición a las  autoridades de Venezuela. 

El FAI exige del Gobierno un cambio radical en su actitud hacia Venezuela, respetando el derecho  internacional, acatando el principio de no injerencia de las Naciones Unidas y apoyando de la mejor fe todas las medidas que el Gobierno de Nicolás Maduro, el único que reconoce esta institución,  está implementando para lograr la pacificación del país y la superación de la grave crisis económica inducida por la agresión imperialista. 

¡Basta de injerencia contra la República Bolivariana de Venezuela! 

¡Manos fuera de Venezuela! ¡Respeto a su soberanía! 

¡Respeto al Derecho Internacional! 

Frente Antiimperialista Internacionalista 

26 de octubre de 2020

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sábado, 24 de outubro de 2020

Rumo à Conferência Mundial da PCOA * FRT/BR

RUMO À CONFERÊNCIA MUNDIAL DA PCOA

 

PLATAFORMA DA CLASSE OPERÁRIA ANTI IMPERIALISTA









 Una sola bandera, una misma lucha, desde Nicaragua los trabajadores y
 trabajadoras, consolidan la PCOA y participan en el 
Encuentro Mundial de la Clase Obrera Antimperialista




¡¡Viviremos y Venceremos!! 


CONVOCATÓRIA DA FRT À CONFERÊNCIA DA PCOA
- Plataforma da Classe Operária Anti-imperialista -
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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

FORA ALMAGRO! * FRT/BR

 FORA ALMAGRO!!!

FORA ALMAGRO
!!!

O QUE É MINGA * FRT/BR

Flautista Antonio Paz / Colômbia
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O QUE É MINGA

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Considerações sobre o trabalho feminino * FRT/BR

Esta tela circula na web atribuída a um menino indiano que ficou comovido com os comentários de seu pai ressaltando o tempo todo que sua mãe NÃO TRABALHAVA.

Diante disso, criou esse conjunto de cenas das várias atividades domésticas que sua mãe realizava ao longo de cada dia e passou a expô-la diante de sua casa. Por isso, formavam-se aglomerações todos os dias para lhe perguntar o que seu quadro queria dizer. Diante das perguntas, ele respondia, simplesmente:

- Pergunte à minha mãe!

Ainda Sobre o Golpe Na Bolívia * FRT/BR

AINDA SOBRE O GOLPE NA BOLÍVIA 

A realidade sobre o golpe na Bolívia é muito mais violenta do que se pode imaginar. Todas as denúncias feitas pelo povo e pelos movimentos sociais organizados ainda ficam aquém da sua profundidade. Vejam o vídeo acima e tirem suas conclusões.

sábado, 17 de outubro de 2020

Ousar criar as condições subjetivas, as objetivas estão dadas * Pedro Cesar Batista/DF

 Ousar criar as condições subjetivas, as objetivas estão dadas

Pedro César Batista/DF


O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, em sua história política de décadas contra a vida, as liberdades e os direitos dos mais pobres, especialmente dos setores secularmente explorados, os povos indígenas e quilombolas, tem sido fiel em seu compromisso de classe com o imperialismo, o grande capital, os milicianos e os setores mais reacionários.

Como deputado, defendeu a tortura, a ditadura, estupros, o extermínio dos mais pobres, o racismo, chegou a propagar que se deveria metralhar sobre as favelas – o que foi feito pelo seu pupilo, Wilson Witzel, recentemente afastado do governo do Rio de Janeiro -, na Presidência do Brasil, em plena pandemia da Covid-19, com mais de 5 milhões de brasileiros contaminados e 150 mil vidas perdidas, segue tripudiando a dor, o sofrimento e a busca por justiça social. Sua canalhice e sadismo, base dos milicianos fascistas, seguem com mais força.

São mais de 13 milhões de desempregados, 50% da juventude sem trabalho, 40 milhões subempregados, sem nenhuma garantia social ou trabalhista; a fome e a miséria avançam em um trote militar; os latifundiários, liderados por Sales e Tereza Cristina, incendiam o Pantanal, a Floresta Amazônica e desmontam as leis que garantem a natureza e a vida; o obscurantismo e o patriarcado sustentam-se com Damaris e seus pastores da morte e do estupro; o patrimônio nacional é entregue aos bancos associados a Guedes; na política externa atua como agente provocador a serviço dos EUA agredindo outros povos; os milicianos se fortalecem. O Parlamento e o Judiciário brindam com o ex-capitão.

Ainda assim, onde está a resistência da classe trabalhadora? Onde estão as lideranças para forjar os combates que unifiquem, organizem e fortaleçam a consciência de classe e a defesa da soberania nacional, da dignidade humana e façam apear do poder estes traidores do povo brasileiro? A eleição divide os opositores ao fascista e seus seguidores, a proibição da coligação proporcional fortalece os grandes partidos e enfraquece a unidade e o combate unitário. É cada um fazendo por si para ganhar protagonismo e mostrar que tem mais força que a outra corrente ou agrupamento. Ousar tentar construir unidade torna-se heresia neste mundo de cristãos de esquerda e fanáticos fascistas.

Bolsonaro segue seus crimes impunemente, iniciado quando ele, ainda jovem recruta, ajudou a perseguir o Capitão Carlos Lamarca, um verdadeiro patriota, assassinado covardemente pela ditadura. Bolsonaro, herdeiro da ditadura, com seus generais lambe-botas do imperialismo, do nazismo e da burguesia, avançam em céu de brigadeiro. Nada aparenta impedir a necropolítica em curso. A grande imprensa faz análises eleitorais para 2022, repetidas por quem deveria se rebelar e defender a ruptura com esta quadrilha comandada pelo miliciano da Barra da Tijuca.

Somente o combate, a resistência organizada e a ousadia revolucionária possibilitarão mobilizar a classe trabalhadora e o povo para derrubar o governo genocida e agente do capital internacional. Não serão bravatas, nem ações isoladas, nem campanhas eleitorais descoladas das lutas gerais e antifascista que impedirão a continuidade dos crimes contra a classe trabalhadora, os povos indígenas e quilombolas, as mulheres, os mais pobres. Ainda há tempo para derrotar o esbirro nazifascista e a burguesia serviçal ao imperialismo. Afirma Che Guevara, “nem sempre tem que esperar que se deem todas as condições para a revolução, o foco insurrecional pode cria-las”.

Dizia Lamarca, ousar lutar, ousar vencer!

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sábado, 10 de outubro de 2020

GUERRAS SA * Sergio Barroni / Argentina

GUERAS SA.

GUERRAS SA

 

Malthus esta un reverendo de origen británico, que cuando daba las celebraciones en la iglesia, le reprochaba a los fieles que se abstuvieran de los vicios terrenales, para que no tuvieran tantos hijos, así las cosas el reverendo decía también que la producción de alimentos crecía geográficamente mientras que la población se multiplicaba exponencialmente, con lo cual un día los alimentos no alcanzarían, para alimentar la población...

 

Con las tres tesis de Malthus nace LA TEORIA de la escasez - hemos visto cientos de películas de Hollywood al respecto- las élites globales hace muchos años que vienen queriendo controlar esto, con propuestas que van desde las científicas hasta, las truculentas masacres y purgas étnicas. Las guerras son, fueron y serán, siempre, económicas, ya por alimentos ya por agua, siempre por territorios con recursos naturales...

¿ estamos en medio de una guerra? Que la respuesta sea positiva es muy factible, ya que hay varias potencias en pugna, y hay zonas con recursos naturales que las élites quieren para si...

 

El virus que provoca la pandemia es de diseño sin ninguna duda, como también hay otros que siguen dentro de los laboratorios, no es casual que dos magnates globales están muy involucrados en éste negocio, George Soros y Bill Gates, quieren las vacuna lo más rápido posible, no por convicción sanitaria, va a ser un negocio formidable, miles de millones de dosis para vender, que puedan implementar modificaciones genéticas, es muy difícil de comprender para la mayoría de los pueblos, hace unos días le dieron el premio Nobel a dos científicas que crearon las tijeras para el ADN, es decir pueden cortar y manipular ADN, lo que resulta medio disparatado es que con antenas de 5G puedan manipular a los seres humanos, pueden hacer otras cosas como alterar nuestros nervios eso si, con las microondas, pero de allí a convertirnos en autómatas hay una distancia, por lo menos en lo inmediato, el resto es para Hollywood...

 

La guerra por el 5G, es por otros motivos más pueriles como las mercancías y el comercio, de Jeff Besos, quien tiene una acumulación de capital impresionante...


Sergio Barroni - Argentina

sábado, 3 de outubro de 2020

COMUNISTAS, UNI-VOS! * ACF/RJ

COMUNISTAS, UNI-VOS!

Precisamos de uma nova concepção de esquerda. Melhor, precisamos desmistificar o que venha a ser esquerda nesse espectro de partidos burgueses que dão sustentação ao sistema capitalista, e, no entanto, se fazem passar por esquerda. Para tanto, contam com o beneplácito da imprensa “dita cuja”, que recebe muito bem para isso, ou seja, manter desinformada aquela camada de mentes massificadas necessária para o uso oportuno em benefício da dominação.

Essa esquerda vem contando ao longo da história, desde que Marx e Engels publicaram o Manifesto comunista, com a vaga ideia de que pelo fato de se denominar como tal, é o suficiente para desfrutar da credibilidade necessária na hora de manipular os oprimidos.

Lá no Manifesto Comunista está escrito que os comunistas participarão das eleições burguesas. Até aí... Mas esquerda é sinônimo de comunista? Claro que não. Para resolver isso, propagaram a palavra socialista, jogando no lixo todo o trabalho de Marx, Engels e Lênin ao traçarem uma concepção do Socialismo Científico justamente por se oporem à concepção burguesa e social-democrata. E em nome de uma denominação vaga, todo oportunismo tem castigado os oprimidos, os trabalhadores e demais camadas da sociedade capitalista. 

A pilantragem reside aí. Todo oportunista se faz passar por socialista. Se formos puxar pela história, vamos gastar muito fosfato para passarmos isso a limpo. Mas vamos limpar o campo. Basta diferenciarmos socialismo de comunismo. E o que é SOCIALISMO?

Bom, vamos historiar a nossa resposta, senão vão nos acusar de reducionismo. Vejamos a primeira revolução feita no mundo sob a marca do comunismo: A REVOLUÇÃO RUSSA. Ela foi comunista ou socialista? A bem da verdade, nem uma coisa nem a outra. Porque a simples tentativa de democratização das relações de poder após a tomada do aparato estatal em 1917, foi totalmente travada pela direção do POSDR – Partido Operário Social Democrata Russo, com a intervenção nos Conselhos Operários e Populares, os SOVIETS, decidindo quem poderia ou não fazer parte dos seus quadros. Esse foi o primeiro e primordial problema ocorrido na tenra revolução. O segundo foi quanto à gestão administrativa. Os SOVIETS não mandaram em nada. Todas as decisões saiam da cúpula montada pelo partido para cuidar disso. Esse foi o terreno fértil do qual saiu a NEP – Nova Política Econômica,

que deu rumos capitalistas à economia soviética, acusada em larga escala pela mídia burguesa de burocrática e estatal. E essa foi a grande contribuição do “estado soviético” para a caracterização do seu modus operandi como CAPITALISMO DE ESTADO.

A segunda experiência foi a China. Alguém tem dúvida de que é o mesmo modelo? Eu não tenho, até porque Mao foi beber na mão de Stálin.

A terceira experiência foi Cuba. Esta, desde a “crise dos mísseis”, ainda depende da ajuda externa. Não desenvolveu nada próprio. Sequer no campo militar e ainda agora não passa de uma feira de produtos de quinta vindos da China, que substituiu a URSS, em aliança com a Rússia.

Quer mais exemplos? Eu acho que basta. Em nenhum desses países, o povo decide coisa alguma, até porque o “cerco do imperialismo” funciona como espantalho para justificar a presença e repressão do “estado” a tudo que se imagina.

E aí, será que podemos perguntar: é socialismo ou comunismo? Nem uma coisa nem outra. Simplesmente capitalismo. 

No entanto, uma certa “esquerda” propaga uma carreta de valores sobre esses países. O poderio militar russo, o avanço tecnológico chinês, a saúde e a educação cubanas, justificam suas posturas pseudo-esquerdistas. Só que nada disso sustenta suas políticas de conciliação de classes nos países massacrados pelo imperialismo. Ser social-democrata lá na Europa, com os altos padrões de vida sustentados às custas das colônias, é fácil. Dizer-se socialista lá na França nas rodas intelectuais do quartier latim, é lindo. Dizer-se de esquerda por ser persona non grata nos EUA, dá voto. Mas tudo isso não vai além de um “aval” nas altas camadas gestoras do capital para ser nomeado gerente setorial das multinacionais em algum continente cheio de cobiças. A América Latina que o diga. Todos os dirigentes de esquerda dessa região são abonados por algum “Tio” europeu ou norte-americano.

Então? O que é socialismo? O que é comunismo? Para responder a isso, podemos ir aos livros, inclusive os manuais. Porque nem um nem o outro existiram até agora entre os viventes. O que chamam de socialismo, não passa de política de compensação, ou seja, o estado reduz a carga de impostos contanto que o empresariado invista em melhores condições de vida para a sociedade. Ora veja, ninguém precisa de Marx para resolver isso. Basta um Keynes. Políticas sociais sustentadas com os impostos arrecadados do setor privado só geram mais riqueza para o setor privado. E não vai além de um círculo vicioso. Ninguém precisa ser socialista nem comunista por causa disso. Qualquer populista de direita faz isso muito bem...e ainda chama patrão de companheiro.

Ao longo de toda a história política ocidental existem centenas de entidades, denominadas atualmente como ONGs, que são disfarces de partidos políticos, em sua maioria de direita. Mas a social-democracia não fica para trás. Sempre que um partido social-democrata chega ao governo, terceiriza um conjunto de serviços para suas entidades a fim de fazer caixa. Aí entram seus apaniguados, todos credenciados como “socialistas”, ou de “esquerda”. Há inclusive uns tipos que se empinam todos em posição de sentido com a mãozinha direita sobre o lado esquerdo do peito para cantar a Internacional e arrotam: “Sou comunista!”

Mas, e aí? Já podemos diferenciar quem é ESQUERDA de quem é COMUNISTA?

Vamos lá. Primeiro, o que conhecemos como ESQUERDA tem até folclore, e originado lá na França. E aconteceu porque no período da França revolucionária, os monarquistas e seus asseclas sentaram-se do lado direito do parlamento, arrastando consigo todos os estratos elitistas. Do outro lado, sentaram-se os restantes. Esses, reuniam diversos segmentos sócio-econômicos, tais como burgueses descontentes com os impostos, urbanos e rurais, pequenos ofícios e as camadas operárias. Ou seja, a ralé. Só que dentre ela tinha uma parte revolucionária, gente organizada e dirigida politicamente, pelo menos para aquele contexto: eram os Jacobinos. E assim, aquele lado em que se sentavam e a atitude combativa dos Jacobinos ficaram conhecidas como uma posição política. Por isso, hoje, um bando de calça frouxa, fundilhos surrados, mãos-leves de todo tipo, se diz ESQUERDA, e até se ilustra com a palavra SOCIALISTA.

Quem não presenciou ainda um burguês gordo, corrupto e “flatolento”, gritando vivas ao socialismo? No Brasil, temos até o termo “socialaite” para se referir às burguesas mais boêmias. Mas e o que isso tudo chamado de ESQUERDA, SOCIALISMO tem a ver com ideologia? O socialismo seria uma caracterização ideológica? Será que as experiências denominadas socialistas são caracterizações ideológicas?

Vejamos: existem duas ideologias historicamente comprovadas, a capitalista e a comunista. Ambas se opõem em tudo que diz respeito à propriedade privada capitalista. Enquanto a ideologia capitalista defende a apropriação unilateral dos frutos do trabalha coletivo, a ideologia comunista propõe a distribuição desse resultado equitativamente. Daí resulta a grande questão, aonde entra o socialismo? Qual sua posição sobre a propriedade privada capitalista? Sabemos que o conceito comunista de revolução implica na expropriação da propriedade privada capitalista, e nas experiências “socialistas” conhecidas até agora tem havido, no máximo, somente uma troca de patrões. Então, qual é a essência de tais caracterizações?

E A ESQUERDA...

E em relação à esquerda nem vale a pena discutir, uma vez que a mesma se caracteriza, apenas, por fazer oposição dentro da ordem. A esquerda não existe fora da ordem burguesa, até porque isso não lhe interessa, senão ela deixaria de ser uma esquerda do sistema, dócil, adestrada, parlamentar, eleitoreira, e passaria a ser um instrumento de ruptura com o sistema capitalista, o que a transformaria numa força revolucionária a serviço do comunismo. Por isso, ninguém vai encontrar os ditos partidos de esquerda combatendo no campo da revolução proletária. Por isso, ser de esquerda virou moda, moda dos oportunistas, ludibriadores da massa explorada e oprimida, para arrumar mandatos às custas dela e nunca mais baterem cartão de ponto, nunca mais comerem marmita requentada ou viajarem de trem ou ônibus lotados, muito menos suarem suas camisas importadas às custas da peãozada. Dentre esses tipos há os que se dizem socialistas, diferenciando-se dos simplesmente de esquerda só para justificarem seus diplomas lá das universidades públicas bancadas com o suor do povo.

MAS DIZER-SE COMUNISTA...

Comunista, é coisa séria. É opor-se ao capitalismo, à propriedade privada capitalista, ao roubo da força de trabalho do operário, ao lucro fruto do roubo, enfim, opor-se à exploração do trabalho alheio.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

CARTA ABERTA / Central Bolivariana Socialista de Trabalhadores/CBST/VEN

CARTA ABERTA



CARTA ABIERTA A LOS

PARTIDOS COMUNISTAS

PARTIDOS OBREROS

PARTIDOS REVOLUCIONARIOS

Presente.-

 

Estimados y distinguidos camaradas:

 

Nos es muy grato dirigirnos a ustedes en el marco de poder explicar la coyuntura política actual en nuestra Revolución Bolivariana y la posición que desde la Central Bolivariana Socialista de Trabajadores CBST hemos asumido en defensa de nuestro proceso, nuestro Presidente Obrero Nicolás Maduro y el Gobierno Revolucionario que él encabeza y por supuesto nuestra CBST como brazo obrero de la Revolución Bolivariana.

Desde la partida del Comandante Supremo Hugo Chávez Frías la derecha internacional encabezada por el imperialismo estadounidense y sus aliados locales han profundizado los ataques a Venezuela aplicando cada vez con mayor crueldad y vileza un grupo sanciones y bloqueo que tiene como objetivo estratégico rendir por hambre a nuestro pueblo y tratar de quebrar nuestra férrea voluntad de vencer y defender la soberanía y la dignidad que son parte fundamental del legado histórico de nuestra Revolución Bolivariana.

En 7 largos años hemos resistido todos y cada uno de los ataques y emboscadas que la derecha nos ha lanzado arteramente. En los cuales hemos salido victoriosos gracias a la voluntad de nuestro pueblo bajo la férrea dirección de Nicolás Maduro primer Presidente Obrero y Chavista de la Patria.

A lo largo de los años fuertes contradicciones internas han surgido en un muy rico proceso dialéctico que expresan, sin duda alguna, las contradicciones en el seno del pueblo y aquellas de carácter antagónico que nos llevan a enfrentar al imperialismo y sus lacayos locales.

Para nosotros es una falsa dicotomia establecer niveles de compromiso con la Revolución Bolivariana que como ha expresado nuestra dirigencia en distintas oportunidades esta,  en el marco de la lucha por la liberación nacional, en la construcción del socialismo bolivariano que impulsara nuestro Comandante Supremo.

Hemos podido ver con muchísima preocupación como en nombre de un sector de la izquierda venezolana se promueva la ruptura de la unidad revolucionaria en momentos de franco ataque imperialista con posiciones que pueden comprometer severamente la unidad política usando el descrédito y la falsedad contra el líder de la Revolución Bolivariana, su gobierno y la dirección política encabezada por el primer vicepresidente del Partido Socialista Unido de Venezuela PSUV y la alianza del Gran Polo  Patriótico Simón Bolívar GPPSB Diosdado Cabello.

En momentos de confrontación directa, bajo amenazas constantes de la administración estadounidense, en momentos de un feroz bloqueo que impiden la consecución de alimentos, medicinas y divisas para nuestro desarrollo y el enfrentamiento al coronavirus una simple declaración de antiimperialismo no es suficiente frente a los enormes desafíos que enfrenta día a día nuestro pueblo sin doblegarse ni rendirse.

Ante lo antes expuesto, con muchísimo respeto y consideración, queremos aclarar la posición de la Clase Obrera Venezolana:

1.- Desde 1998, año de nuestra victoria, Venezuela ha estado sometida a todo tipo de presiones que van desde el intento de desconocer a Hugo Chávez como Presidente legítimo y constitucional de la República, pasando por un golpe de estado en abril de 2002 y un criminal paro petrolero de carácter insurrecional que fue derrotado por las fuerzas del pueblo con su ejército en unión cívico/militar. Sin contar la cantidad de atentados y agresiones sufridas a lo largo de 2 década de Gobierno Bolivariano.

2.- Ni somos reformistas ni mucho menos entreguistas como dejan entrever antiguos aliados que pretenden hacer del juego de palabras y consignas un plan político ideológico cuyo único asidero es el ataque permanente y la crítica despiadada coincidiendo con sectores de la derecha más recalcitrante de nuestro país. No se trata camaradas de decir que hay buenos y malos en la dirección política. Se trata de objetiva y dialécticamente que se entienda que si algo rescatamos es que el Socialismo Bolivariano no pretende copiar modelos preconcebidos ni es traslaciones mecánica de viejos manuales sino un rico proceso dialéctico de creación heroica de nuestro pueblo que, como hemos dicho anteriormente, pueblo que en 2 décadas se ha levantado como un gigante de dignidad y valentía.

Sepan queridos camaradas, que hoy la Revolución Bolivariana cuenta orgullosamente con,  alrededor, de 4 millones de milicianos, 32 mil comunas y consejos comunales, miles de unidades Bolívar Chávez y más de 2 mil Consejos Productivo de Trabajadores. Nos gustaría saber cuántas milicias, consejos comunales, UBCH o CPT han formado y organizados quienes desde cómodas posiciones de francotiradores sin compromisos reales y sustentables acusan a la Revolución Bolivariana de estar identificada con la derecha y el neoliberalismo.

Sepan compañeros que hoy estamos en el combate más fuerte por la producción para poder vencer la guerra económica y el bloqueo, en el entendido que en la construcción del socialismo bolivariano debemos producir una ruptura profunda de los viejos modelos capitalistas individualistas que pone su acento en las ganancias para ir a la construcción del modelo socialista, colectivo que tiene como sujeto histórico al ser humano.

3.- En Venezuela luchamos no sólo por salario digno para nuestros hermanos de clase, hemos definido nuestra lucha en el marco de nuevas relaciones de producción que contempla la inetegralidad del salario pues se complementa con salud, educación, recreación y en el contexto de la guerra económica la distribución de alimentos a través de los Consejos Locales de  Abastecimiento y Producción CLAP que atiende aproximadamente 6 millones de familias y bonos de guerra que si bien no son suficientes para atender la totalidad de la crisis ayuda a amortiguar la terrible situación a la que nos somete el bloqueo y las sanciones.

No podemos entender como en una actitud por demás atrasada y fuera de toda racionalidad se acuse a un gobierno como el nuestro con los más destemplados conceptos economicistas obviando intencionalmente las inmensas dificultades en las relaciones económicas internacionales sin reconocer los ingentes esfuerzos que día a día se hacen para aliviar la carga de nuestro pueblo en esta permanente rebelión.

4.- El mundo entero desde el mes de marzo está padeciendo la mayor pandemia conocida desde 1918 y Venezuela gracias a la aplicación temprana de medidas sanitarias y a la extraordinaria disciplina de nuestro pueblo y su clase obrera hemos logrado contener el coronavirus dentro de límites razonables y manejables protegiendo a toda la población y garantizando más allá del infame bloqueo impuesto la atención sanitaria y médica a todo el pueblo.

Hoy, no cabe duda, avanzamos hacia una nueva normalidad que enfrenta tenazmente las pretensiones imperialistas y sus amos transnacionales en volver a un orden mundial subordinado a sus intereses fascistas. El Presidente Obrero Nicolás Maduro ha expresado en diversos eventos y escenarios que la lucha por una nueva normalidad pasa por llevarle las contradicciones al imperialismo a su terreno en el mundo entero por lo ha propuesto una Plataforma de la Clase Obrera Antiimperialista que ayude a aunar esfuerzos y voluntades en el eterno combate por la defensa de la humanidad como tanto previeran nuestros eternos Fidel y Chávez Comandantes Supremos de nuestra lucha.

Esta iniciativa se remonta  al Primer Encuentro Internacional de Trabajadores y Trabajadoras en Solidaridad con el Gobierno y el Pueblo Venezolano realizado desde el 29 al 31 de agosto 2019 y al Encuentro Mundial contra el Imperialismo realizado desde el 22 al 24 de enero 2020, donde se expresó la necesidad de “Construir una Plataforma Unitaria Mundial organizada por continentes, regiones, subregiones y países en función de enfrentar al imperialismo.

Como ya hemos dicho, Venezuela ha estado sometida al más brutal bloqueo imperialista y hemos abierto una línea de acción que implica la denuncia permanente de la agresión de los Estados Unidos y sus aliados. Pareciera olvidarse la terrible coyuntura en la que día a día se mueve la Revolución Bolivariana, mientras que se atiende mezquinos discursos que ponen en entredicho a quienes los sustentan.

 

En ningún caso, reiteramos, la Plataforma de la Clase Obrera Antiimperialista PCOA es apéndice del gobierno ni de nuestro Partido Socialista Unido de Venezuela, más bien la entendemos como una Plataforma muy amplia, como un órgano promocional para coordinar las distintas acciones que se desarrollen contra el imperialismo en el mundo, dentro del espíritu de solidaridad que caracteriza el internacionalismo proletario, condición inherente a la lucha de los trabajadores.

5.- Por último, camaradas, no podemos hablar en nombre del PSUV ni su dirección que seguramente responderan en su debida oportunidad, hablamos en nombre de nuestros más de 3.5 millones de trabajadores y los millones de hombres y mujeres que hacen posible sin falsos discursos la continuidad de la Revolución Bolivariana y el Plan de la Patria legado de nuestro eterno Chávez y base fundamental en la construcción del Socialismo

 

CON LA RAZÓN Y LA FUERZA

VENCEREMOS!

 

WILLS RANGEL

PRESIDENTE

 

BRAULIO ÁLVAREZ

VP CAMPESINO

 

FRANCISCO TORREALBA

VP TRABAJADORES DEL PSUV

 

JACOBO TORRES DE LEÓN

COORDINADOR INTERNACIONAL