O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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segunda-feira, 7 de julho de 2025
Guerras do Brasil * CapoeiraShop.PT
segunda-feira, 30 de outubro de 2023
DIARIO DA PALESTINA * Bruno Wallace/RJ
terça-feira, 29 de novembro de 2022
QUEM É INDÍGENA, AFINAL? * PORAKÊ MUNDURUKU
QUEM É INDÍGENA, AFINAL?
É muito fácil deixar de ser indígena, basta sair do território, ou ser expulso dele, ou nascer fora de uma aldeia, ou esquecer as línguas que o colonizador se esforçou em apagar, ou ter um ancestral não indígena. Voltar a ser indígena é que é difícil, para muitos impossível.
O colonizador foi quem criou este conceito, "indígena", e o tornou excludente para sua própria conveniência. Mas somos nós, a quem este conceito foi imposto, que precisamos refletir: O que faremos com ele? Será uma forma de unir e organizar nossas lutas? Ou será uma forma de nos deixar subjugar pela lógica excludente do sistema colonial-capitalista?
#resistênciaíndigena #lutaindígena #retomadaindígena #indigenasemcontextourbano #anticolonial
https://www.instagram.com/p/ClhoXiTsWJo/?igshid=YmMyMTA2M2Y=
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sábado, 10 de setembro de 2022
DEPENDÊNCIA E MORTE * FREI BETTO / SP
DEPENDÊNCIA E MORTE
Com a exposição de um coração atribuído a D. Pedro I, importação cara e necrófila feita pelos atuais ocupantes do Planalto, o Brasil comemora 200 anos de independência de Portugal. Deixamos Portugal para cair nos braços da Inglaterra, da União Europeia e, sobretudo, dos EUA.
As narrativas sobre o episódio “às margens do Ipiranga” são quase todas elitistas. Afonso Taunay (1876-1958), ao encomendar pinturas para o Museu Paulista, fez questão de excluir as lutas populares pela Independência e favorecer uma versão oligárquica e pacifista.
A participação dos indígenas em nossa Independência é ignorada ainda hoje. Na estátua de D. Pedro I na Praça Tiradentes, no Rio, o pedestal retrata indígenas e animais de nossas selvas. Ao ser inaugurada, em 1862, o historiador Mello Morais chegou a indagar: “Que parte tiveram esses índios e aqueles jacarés na Independência do Brasil?”
Quase todas as narrativas sobre nossos povos originários anterior a 1980 soam como “crônicas de morte anunciada”, como se estivessem condenados ao extermínio ou a serem assimilados pela população em geral. Só em 1988 a Constituição assegurou a eles direito à terra e às suas tradições e culturas. Pela primeira vez, o Estado brasileiro se reconheceu multiétnico.
Criou-se o mito de que a Independência assegurou a unidade territorial do Brasil. Ora, D. Pedro I se interessava apenas por Rio de Janeiro, São Paulo e Minas. Não dava ouvidos às outras províncias. Por isso teve que enfrentar várias revoltas regionais contra o governo imperial, como Farroupilha (1835-1845), no Rio Grande do Sul; Cabanagem (1835-1840), no Pará; e a Sabinada (1837-1838), na Bahia. Maranhão e Pará eram províncias apartadas do Brasil até 1820. O Acre pertencia ao Peru e à Bolívia, e só foi anexado ao Brasil em 1903.
D. Pedro I chegou a contratar o lorde inglês Thomas Cochrane (1775-1860) para reprimir rebeliões populares. No Pará, o cônego Batista Campos (1782-1834), que se opunha ao trabalho escravo, sofreu tortura em praça pública, enquanto 256 aliados dele eram asfixiados no porão de um navio. É considerado o autor intelectual da Cabanagem, que teve importante participação indígena. Na versão da elite, “cabano” significa aquele que vivia em cabanas à beira dos rios. Na versão dos ribeirinhos, o termo é associado aos brancos repressores que se vangloriavam da sanha repressora: “Acabamos com tudo.”
Se D. Pedro I tinha pouco interesse pelo resto do Brasil, por que o nosso país, então integrado por 18 províncias, não se fragmentou, como ocorreu em tantas regiões da América Latina? Entre várias hipóteses fico com a mais vergonhosa: a unidade territorial se manteve por força do projeto escravagista voltado à exploração mineral. O regime escravocrata uniu as elites provincianas e alicerçou a formação do Estado brasileiro.
Outro fator que influiu em nossa coesão territorial foi a vinda da Corte portuguesa para o Brasil em 1808. A frase atribuída ao governador de Minas, Antônio Carlos de Andrada, em 1930 – “façamos a revolução antes que o povo a faça” -, poderia ter sido dita no período colonial. D. Pedro I, filho de D. João VI, proclamou a Independência antes que as rebeliões populares, como a Conjuração Mineira, lograssem devolver a Corte a Portugal.
Não eram só as revoltas populares, pipocando Brasil afora e agravadas pelos quilombos, habitados por escravos libertos, que tiravam o sono do imperador. Ele sabia que os nossos vizinhos na América do Sul se independentizavam da Coroa espanhola: Bolívar comandou as independências de Colômbia (1810); Venezuela (1811); Equador (maio de 1822); e, em 1825, Bolívia. San Martin liderou as da Argentina (1816) e Peru (1821), e deu apoio à libertação do Chile (1818).
“Façamos a Independência antes que o povo a faça.” Aqui ela foi consumada “por cima”, a ponto de adotar uma bandeira que não traz o azul dos nossos céus, como aprendi na escola, e sim a cor símbolo da nobreza (“sangue azul”); o amarelo do ouro; e o verde que não retrata as nossas matas, e sim a cor da Casa Real de Bragança. Já a iconografia das bandeiras dos países hispânicos alude a movimentos de libertação e processos revolucionários.
O senso de brasilidade é tardio. Até final do século 18 os habitantes daqui se consideravam “portugueses da América” e muitos reivindicavam igualdade de direitos com os portugueses de Portugal. Isso incomodava a elite de Lisboa, que se arvorava em centro do Império. D. Pedro então foi pressionado a estabelecer uma Assembleia Legislativa no Brasil que adotasse leis próprias. Só então se popularizou a ideia de ser brasileiro.
Concordo com Caio Prado Junior e Florestan Fernandes: ao lograr a emancipação política do Brasil, a Independência criou um Estado capaz de preservar as estruturas econômicas e sociais do período colonial.
Ainda resta muito a conquistar. E as eleições estão à porta. Votemos pela independência do povo brasileiro!
sexta-feira, 9 de setembro de 2022
MONARQUIAS E NAZISMO TUDO A VER * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
MONARQUIAS E NAZISMO TUDO A VER
A família real britânica enriqueceu saqueando e colonizando a África. Na coroa e no cetro de Elizabeth II, há fragmentos do diamante Estrela da África. A pedra foi roubada da África do Sul em 1905 e tem um valor de 400 milhões de dólares
PORQUE O NAZISMO FASCISMO ESTÁ MAIS VIVO DO QUE NUNCA Elizabeth II com 7 anos fazendo a saudação nazista com sua mãe, a rainha Elizabeth Bowes-Lyon, e seu tio Edward VIII , Príncipe de Gales e Duque de Windsor. (1933)
Sua família era amiga íntima dos nazistas, seu tio Eduardo VIII junto com sua esposa, Wallis Simpson, duquesa de Windsor, frequentemente visitavam Adolf Hitler em seus banquetes. Por outro lado, como toda a oligarquia capitalista mundial
O fanatismo nazista de Eduardo VIII, tio de Elizabeth II, era tal que, de acordo com a correspondência desclassificada, Eduardo VII queria o bombardeio nazista do Reino Unido e ajudou os nazistas a estabelecer um estado fascista. Eles tiveram que bani-lo do país para as Bahamas*.
Philip de Edimburgo, 🇬🇧 marido de Elizabeth II, tinha três irmãs nazistas que eram membros do NSDAP com seus maridos Werhmatch e uma batizou seu filho 🇩🇪Adolf em homenagem a Hitler.
Philip de Edimburgo, marido de Elizabeth II, lidera um desfile nazista em homenagem fúnebre à sua irmã Cecile Hesse*.
Na foto, parentes da família real britânica, como Christoph de Hesse, em uniformes da SS, enquanto os participantes fazem a saudação nazista. Darmstadt, 1937
O império
(...) A família real britânica enriqueceu saqueando e colonizando a África. Na coroa e no cetro de Elizabeth II, há fragmentos do diamante Estrela da África. A pedra foi roubada da África do Sul em 1905 e vale US$ 400 milhões. No Iêmen do Sul, Elizabeth II estabeleceu o apartheid contra os nativos iemenitas, que foram perseguidos e mortos por seus soldados ocupantes.
Na década de 1960, o povo iemenita se rebelou e Elizabeth II ordenou a repressão a todos os que se levantassem.No Quênia, apenas 6 meses após a coroação de Elizabeth II, ocorreu o maior massacre britânico na África.
O massacre de Mau Mau, onde os britânicos reprimiram os quenianos que se rebelaram e os bombardearam com 6 milhões de bombas, matando mais de 300.000 quenianos. Como na Alemanha nazista, no Quênia com a aprovação de Elizabeth II e Churchill, campos de concentração foram estabelecidos crianças.
O modelo nazista foi usado pelo imperialismo britânico contra os Mau Mau, utilizando-os como mão de obra escrava e violando todos os direitos humanos. e fizeram trabalhos forçados sob disciplina militar, sem contar os saques imperialistas que persistem até hoje, o extermínio sistemático de indígenas apoiados pelos britânicos em seus governos fantoches na África ou os golpes contra países soberanos, todos sob a monarquia de Elizabeth II Sua família era amiga íntima dos nazistas, seu tio Eduardo VIII junto com sua esposa, Wallis Simpson, duquesa de Windsor, visitavam Adolf Hitler com frequência em seus banquetes.
Por outro lado, como toda a oligarquia capitalista mundial, esta é a “boa avó” que a mídia branqueou por décadas. A "vovó" que, aos 31 anos, liderou um exército para aprisionar 1,5 milhão de pessoas em campos de concentração no Quênia e que vivia de saques imperialistas, cercada de ouro roubado da África.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA * Eduardo Galeano
AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA
‘’É a América Latina, a região das veias abertas. Desde o descobrimento até nossos dias, tudo se transformou em capital europeu, ou mais tarde, norte-americano, e como tal tem-se acumulado e se acumula até os dias de hoje nos distantes centros de poder.
Tudo: a terra, seus frutos e suas profundezas ricas em minerais, os homens e sua capacidade de trabalho e de consumo, os recursos naturais e os recursos humanos. O modo de produção e a estrutura de classes de cada lugar foram sucessivamente determinados, do exterior, por sua incorporação à engrenagem universal do capitalismo.
Para cada um se atribuiu uma função, sempre em benefício do desenvolvimento da metrópole estrangeira do momento, e se tornou infinita a cadeia de sucessivas dependências, que têm muito mais do que dois elos e que, por certo, também compreende, dentro da América Latina, a opressão de países pequenos pelos maiores seus vizinhos, e fronteiras adentro de cada país, a exploração de suas fontes internas de víveres e mão de obra pelas grandes cidades e portos (há quatro séculos já haviam nascido dezesseis das 20 cidades latino-americanas atualmente mais populosas).
Para os que concebem a História como uma contenda, o atraso e a miséria da América Latina não são outra coisa senão o resultado de seu fracasso. Perdemos; outros ganharam. Mas aqueles que ganharam só puderam ganhar porque perdemos: a história do subdesenvolvimento da América Latina integra, como já foi dito, a história do desenvolvimento do capitalismo mundial. Nossa derrota esteve sempre implícita na vitória dos outros. Nossa riqueza sempre gerou nossa pobreza por nutrir a prosperidade alheia: os impérios e seus beleguins nativos.
Na alquimia colonial e neocolonial o ouro se transfigura em sucata, os alimentos em veneno. Potosí, Zacatecas e Ouro Preto caíram de ponta-cabeça da grimpa de esplendores dos metais preciosos no fundo buraco dos socavões vazios, e a ruína foi o destino do pampa chileno do salitre e da floresta amazônica da borracha; o nordeste açucareiro do Brasil, as matas argentinas de quebrachos ou certos povoados petrolíferos do lago de Maracaibo têm dolorosas razões para acreditar na mortalidade das fortunas que a natureza dá e o imperialismo toma.
A chuva que irriga os centros do poder imperialista afoga os vastos subúrbios do sistema. Do mesmo modo, e simetricamente, o bem-estar de nossas classes dominantes – dominantes para dentro, dominadas de fora – é a maldição de nossas multidões, condenadas a uma vida de bestas de carga.” (GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina, 1996, pág. 14)
https://drive.google.com/file/d/1qb0bR2LWrlSvyT7b2C1ZdiXsJ_z2UsBi/view?usp=sharing
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
INVASÃO PROGRAMADA * José Ernesto Dias / MA
INVASÃO PROGRAMADA
Em 22 de Abril de 1500
Piratas portugueses
De costume, onde chegavam
Plantavam uma cruz em madeira...
Assim fizeram
Chegando na terra dos nativos.
Piratas, do navio desembarcando:
Na terra plantaram a cruz....
Dando o nome do lugar
De terra de santa cruz
A terra do pau brasil
Terra, banhada pelo atlântico...
Há tempo! ... já conhecia.
Avistada pelos chineses
Quando deram volta ao mundo
Sem a intenção de invadir nada...
Os orientais chineses
Quando deram volta ao munda
Avistaram a terra
Bem antes dos europeus...
Na verdade as três Américas
Foram invadidas por piratas
De um lado, portugueses e espanhóis!
No outro extremo, por ingleses! ...
Piratas, aonde invadem
Impõem estranhas crenças
E, diferentes costumes
Do povo do lugar...
Alienando o povo.
Um povo alienado
Perdendo a língua e os costumes.
Se torna presa fácil, dos invasores! ...
Perceba o que fizeram
Com os nativos brasileiros
E os africanos, escravizados
Junto aos mestiços brasileiros...
Os poucos nativos que restaram
Vivem, sem sossego nas aldeias:
Lutando, para manter a cultura.
Diurnalmente, o povo é, assediado...
Por estranhos, de má fé:
Que sorrateiramente
Querem botar o povo de marcha ré
Regredindo na cultura tradicional...
Brasileiros, cuidado!
Com essa gente de má fé
Que alienando o povo
Botou, os brasileiros de marcha ré! ...
Sorrateiramente, por todo lugar:
Continuam, confundindo os brasileiros
Contaminando o povo, pela mente;
Na sorrateira, lavagem cerebral...
Para combater, o vírus na nação:
Só se combate, esse praga arrasadora
Com ensino de qualidade
Corrigindo as distorções! ...
São Luís – MA – 18 de Novembro de 2021
José Ernesto Dias
*
sábado, 19 de junho de 2021
O PARTIDO FARDADO * E. P. Cavalcante¹ / RJ
O EPÍLOGO DA TRAGÉDIA
A questão Pazuello desnudou a relação entre o Exército e a sociedade brasileira.
Não temos o Exército no poder em Brasília, mas a vanguarda do “partido fardado”.
“Partido” constituído por um grupo de generais que, vestindo a farda verde oliva, teimam em transformar o Brasil em um quartel. E detestam a disciplina e a hierarquia militar. Provocando a anarquia, transformam o Exército em um bando armado.
Para o “partido fardado”, o povo continua sendo o inimigo interno dos tempos da Guerra Fria e deve ser vigiado e combatido.
E a soberania, a independência, o progresso do país é ideia comunista. O Brasil é um país proibido de crescer! Absurdo, mas verdadeiro!
De golpe em golpe, a colônia Brazil com “Z” se mantém fiel à colonização continuada que perdura por quase dois séculos, 198 anos. E hoje somos colônia do Império ianque, súditos do Tio Sam.
À frente de todos os golpes esteve sempre esta facção do Exército que, no poder pessoal, busca a honra e a glória que nunca disputou nos campos de batalha.
E com o rolar do tempo transformou-se num “partido fardado”.
Hoje se autoproclamam da extrema direita, ignorando que a extrema direita é o caminho que desemboca no nazifascismo.
Mas não faz mal, pois não precisam mais utilizar os fornos de cremação como fizeram os seus predecessores nazistas em Auschwitz-Birkenau.
O vírus Covid-19, a pandemia, evita o trabalho sujo. Como foi feito em Manaus, onde pessoas morreram asfixiadas.
Esquecem que alguns generais nazistas foram condenados à morte por crime de genocídio pelo Tribunal de Nuremberg, e executados no noite de 16 de outubro de 1946.
Combatendo a corrupção com mais corrupção, minimizam a roubalheira e a velhacaria e se escudam no crime organizado. O chefe do governo posa para fotos com milicianos e os defende.
O combate à corrupção vai das “rachadinhas” ao senador que escondia 200 mil na cueca, com notas de 100 penetrando no furinho do fim da espinha. Dando razão a quem lava dinheiro, puderas!!
E este “partido” tem uma história. É também a história da direita brasileira.
Vamos aos fatos: A direita brasileira é a única, no mundo, que é antinacional. É a única que é contra os interesses do seu país. É defensora intransigente dos interesses do Império ianque.
Mas isto é fácil de se compreender. Ora, se somos colônia, súditos do Tio Sam, prevalecem os interesses da metrópole.
Após o golpe militar de 1964, Juracy Magalhães, um dos cardeais da direita, foi designado representante do Brazil na metrópole. Ao desembarcar em Washington declarou: “O que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil!”
A palavra nacionalismo é condenada e maldita, pois para o “partido fardado” ela é lesiva aos interesses da metrópole.
Patriotismo pode, patriotada pode. Defender as cores da bandeira é necessário, para entregar o patrimônio nacional de cabeça erguida e o peito coberto de medalhas!
Nacionalismo se confunde com comunismo, na concepção do “partido” dos generais, e deve ser liminarmente condenado.
O anticomunismo é a ideologia que alimenta o “partido”. Mesmo não existindo movimento comunista militando em lugar nenhum do mundo. Cuidado! Muito cuidado com os comunista! Alerta o “partido”.
Esquartejar a PETROBRÁR para vendê-la aos pedaços, pode. Entregar o pré-sal, pode; vender a preço de liquidação a Casa da Moeda, a Eletrobrás, o Banco do Brasil e tudo o mais; pode. Cair de quatro diante do Trump como um rés lacaio, pode. Isto é patriotismo?
Alguns desavisados dizem: “Nós estamos arriscados a perder a nossa soberania!”
Dizemos nunca, isto jamais acontecerá! Pois ninguém pode perder o que nunca teve. Uma colônia não pode perder a sua independência e soberania, porque não a possui.
Fica claro e evidente que, com o “partido” vigilante e aguerrido, o Tio Sam, a metrópole, não necessita ocupar a colônia com tropas metropolitanas.
Falar em democracia e estado de direito com o “partido” dos generais dando ordens, ameaçando o poder judiciário e o legislativo com o argumento do fuzil, não faz qualquer sentido!
Vivemos, há muito tempo, sob a égide de uma “democracia tutelada”, consentida, tolerada!
Defender os interesses do Brasil é crime, amar ao Brasil é crime. Os que lutaram em defesa do petróleo para o Brasil, na Campanha de o Petróleo é Nosso foram presos, torturados e processados. Muitos morreram nas câmaras de torturas. Pagaram com a vida a defesa dos interesses do país. Eram nacionalistas!
E isto vem de longe, desde os tempos de José Bonifácio, o herói da luta pela nossa independência!
Foi perseguido, exilado, preso por seis anos na Ilha de Paquetá onde fica situada a casa que leva o seu nome e o Museu. Saiu da prisão em Paquetá para morrer poucos dias depois em Niterói.
O seu crime, o crime de José Bonifácio, foi amar o Brasil. Querer romper com o colonialismo anglo-lusitano. Querer transformar o movimento da independência na revolução da libertação nacional. Por não aceitar a farsa do 7 de setembro!
Conclusão: O Brasil é um país proibido de crescer, como a Alemanha de antes da Primeira Guerra Mundial. O Império Britânico e a França sentiam-se seriamente ameaçados com o extraordinário crescimento e progresso da Alemanha.
O Brasil não pode crescer porque ameaça os interesses do Império ianque.
Nem todas as forças armadas são “partido fardado”, nem todo o Exército é “partido fardado”. Mas toda a oficialidade está contaminada pela ideologia do anticomunismo, do fascismo: Anticomunismo, instrumento de dominação.
Mas por não ser todo ele um “partido fardado”, o Exército tem uma grande dívida com o povo brasileiro.
A parte sadia das forças armadas tem obrigação de resolver esta equação!
1 - E. P. Cavalcante, capitão de mar e guerra ref. do Corpo de Fuzileiros Navais."
Ilha de Paquetá, junho de 2021.
MAIS SOBRE PARTIDO FARDADO
https://www.youtube.com/watch?v=p760scngiKA
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