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sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

A NATUREZA DAS FORÇAS ARMADAS BRAZILEIRAS, ESPECIALMENTE O EXÉRCITO * Carlos Eduardo Pestana Magalhães - SP

A NATUREZA DAS FORÇAS ARMADAS BRAZILEIRAS, ESPECIALMENTE O EXÉRCITO
Carlos Eduardo Pestana Magalhães - SP

As forças armadas brazileiras, especialmente o exército, só tem uma função neste país que nunca foi uma nação, mas sempre uma grande propriedade rural baseada na eterna escravidão. Dar golpes de estado para proteger os proprietários, os latifundiários, a casa grande, as oligarquias, o OGROnegócio e os bancos. O resto é conversa pra boi dormir...

Para isso, tendo o controle das armas, verdadeiros brinquedinhos para matar, os militares desenvolveram ao longo das décadas as mais variadas técnicas de repressão, de torturas, de assassinatos, de desaparecimento dos corpos, tudo isso de forma violenta, desumana e cruel. Nunca existiu povo brasileiro para os militares. Só o inimigo interno a ser destruído, controlado, uma terra ocupada militarmente por quem deveria proteger o país e sua população.

Para os militares só existem os ricos, os brancos, as classes dominantes e suas elites. Nunca existiu defesa da soberania, das fronteiras, da bandeira, da constituição - por sinal, ela foi e continua sendo estuprada continuamente durante todo este tempo de existência do exército. Representam uma casta à parte dos demais brasileiros. São a modernização dos jagunços, dos capitães-do-mato na eterna função de perseguir, prender, torturar e matar os escravos de sempre.

São brazileiros mercenários que vivem às custas do trabalho, dos impostos, se consideram superiores a todos, criaram uma imagem de defensores da moral e dos bons costumes, coisas que não tem e nunca tiveram desde a criação. Só respeitam a corporação militar, nada mais. Claro que existem militares que não aceitam essa característica, mas são poucos...

Não tem e nunca tiveram nenhum respeito pela democracia, ao contrário são por essência e excelência, profundamente antidemocráticos, totalmente proto fascistas, só se sentem bem nas ditaduras. E quanto mais cruel e sanguinária, melhor para eles. As escolas militares do exército, da marinha e da aeronáutica se incumbem de criar na mentalidade dos oficiais essa fantasia de serem seres especiais, de estarem em eterno combate contra o comunismo, mas principalmente de terem direito quase divino de serem os guardiões do país, um espécie de poder moderador da república, poder este inexistente em qualquer república democrática pelo mundo. Na verdade, esses milicos aprendem desde cedo que a corporação militar só existe para controlar o Estado.

É uma espécie de partido político formado para tomar governos, basicamente por meio de golpes. É a grande marca das forças armadas, do exército em especial, no Brazil. Vale sempre lembrar, que a proclamação da república (15 de novembro de 1889) se deu por meio de um golpe militar e desde então, esta prática continua até hoje...

Portanto, os grupos que se reuniram em frente dos quartéis querendo a volta da ditadura militar são sim grupos dispostos a fazerem qualquer terrorismo, qualquer atentado. Foram e continuam sendo estimulados, preparados, armados pelos militares que em nenhum momento aceitaram o resultado das urnas. Se não puderem fazer nada agora, o que não quer dizer que não tentarão fazer alguma coisa (as duas bombas em Brasília é apenas um indício), terão todo o governo do Lula ou parte dele, para darem algum tipo de golpe.

Como na história do escorpião e do sapo, as forças armadas brazileiras, especialmente o exército, não podem nunca irem contra a sua natureza golpista, mercenária, destrutiva, antidemocrática, torturadora, assassina, corrupta, estupradora etc. Jamais. O resto é história pra boi dormir... e morrer...
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sexta-feira, 9 de setembro de 2022

MONARQUIAS E NAZISMO TUDO A VER * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT

 MONARQUIAS E NAZISMO TUDO A VER

A família real britânica enriqueceu saqueando e colonizando a África. Na coroa e no cetro de Elizabeth II, há fragmentos do diamante Estrela da África. A pedra foi roubada da África do Sul em 1905 e tem um valor de 400 milhões de dólares

PORQUE O NAZISMO FASCISMO ESTÁ MAIS VIVO DO QUE NUNCA Elizabeth II com 7 anos fazendo a saudação nazista com sua mãe, a rainha Elizabeth Bowes-Lyon, e seu tio Edward VIII , Príncipe de Gales e Duque de Windsor. (1933)


Sua família era amiga íntima dos nazistas, seu tio Eduardo VIII junto com sua esposa, Wallis Simpson, duquesa de Windsor, frequentemente visitavam Adolf Hitler em seus banquetes. Por outro lado, como toda a oligarquia capitalista mundial


O fanatismo nazista de Eduardo VIII, tio de Elizabeth II, era tal que, de acordo com a correspondência desclassificada, Eduardo VII queria o bombardeio nazista do Reino Unido e ajudou os nazistas a estabelecer um estado fascista. Eles tiveram que bani-lo do país para as Bahamas*.


Philip de Edimburgo, 🇬🇧 marido de Elizabeth II, tinha três irmãs nazistas que eram membros do NSDAP com seus maridos Werhmatch e uma batizou seu filho 🇩🇪Adolf em homenagem a Hitler.


Philip de Edimburgo, marido de Elizabeth II, lidera um desfile nazista em homenagem fúnebre à sua irmã Cecile Hesse*.


Na foto, parentes da família real britânica, como Christoph de Hesse, em uniformes da SS, enquanto os participantes fazem a saudação nazista. Darmstadt, 1937







O império


(...) A família real britânica enriqueceu saqueando e colonizando a África. Na coroa e no cetro de Elizabeth II, há fragmentos do diamante Estrela da África. A pedra foi roubada da África do Sul em 1905 e vale US$ 400 milhões. No Iêmen do Sul, Elizabeth II estabeleceu o apartheid contra os nativos iemenitas, que foram perseguidos e mortos por seus soldados ocupantes.

Na década de 1960, o povo iemenita se rebelou e Elizabeth II ordenou a repressão a todos os que se levantassem.No Quênia, apenas 6 meses após a coroação de Elizabeth II, ocorreu o maior massacre britânico na África.


O massacre de Mau Mau, onde os britânicos reprimiram os quenianos que se rebelaram e os bombardearam com 6 milhões de bombas, matando mais de 300.000 quenianos. Como na Alemanha nazista, no Quênia com a aprovação de Elizabeth II e Churchill, campos de concentração foram estabelecidos crianças.

O modelo nazista foi usado pelo imperialismo britânico contra os Mau Mau, utilizando-os como mão de obra escrava e violando todos os direitos humanos. e fizeram trabalhos forçados sob disciplina militar, sem contar os saques imperialistas que persistem até hoje, o extermínio sistemático de indígenas apoiados pelos britânicos em seus governos fantoches na África ou os golpes contra países soberanos, todos sob a monarquia de Elizabeth II Sua família era amiga íntima dos nazistas, seu tio Eduardo VIII junto com sua esposa, Wallis Simpson, duquesa de Windsor, visitavam Adolf Hitler com frequência em seus banquetes.


Por outro lado, como toda a oligarquia capitalista mundial, esta é a “boa avó” que a mídia branqueou por décadas. A "vovó" que, aos 31 anos, liderou um exército para aprisionar 1,5 milhão de pessoas em campos de concentração no Quênia e que vivia de saques imperialistas, cercada de ouro roubado da África.



terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

POR QUE OS PATRÕES ODEIAM TANTO OS PROLETÁRIOS * Antonio Cabral Filho / RJ

POR QUE OS PATRÕES ODEIAM TANTO OS PROLETÁRIOS
A resposta a esta pergunta é simples: se não houvesse PROLETÁRIOS não haveria patrões.  Já pensou na "trabalheira de ter que caminhar de casa até à padaria todo dia de manhã? Mas pra quê fazer isso se há empregadas domésticas? Simples assim...

A luta de classes se baseia no movimento do capital rumo à acumulação, mas pra isso ocorrer - acumulação - faz-se necessário que haja quem reproduza o capital - forças produtivas - e sem despossuídos - proletários - os capitalistas teriam que operar com as próprias mãos o seu maquinário. Só que isso lhes impediria de imaginarem mais "falcatruas" pra fazer dinheiro. Daí a EXPLORAÇÃO CAPITALISTA.

Mas ela não ocorre num passe de mágica. Para isso, os patrões necessitam contar com outras forças: AS FORÇAS COERCITIVAS - REPRESSÃO . É aí que entra a igreja, o estado - governos - , a mídia, o judiciário, e toda a curriola de puxa-sacos da administração empresarial, para obrigar o peão a produzir mais e ganhar cada vez menos. É aí que um amigo se assustou quando eu disse isso: "Como eu vou trabalhar mais e ganhar menos?", gritou. Lhe explique que o valor da hora/trabalho pago como hora-extra, não cobre o valor do produto. E assim, o seu dia de trabalho acaba ficando mais barato para o patrão. Ele estatelou os olhos e soltou um palavrão. 

Portanto, como nós - PROLETÁRIOS - queremos ser tratados com AMOR por pessoas que vivem do nosso suor? Apenas os imbecis pensam assim.

Vejam essa figura sentada no "monociclo" e com o crucifixo pendurado no pescoço. Quem acredita que esse "ser energúmeno" vai querer salvar a alma de alguém? Além de parceiro da ESCRAVIZAÇÃO, ainda faz o "trabalho" de apascentar o sofrimento do explorado para que ele aceite - PACIFICAMENTE - continuar sendo explorado.

Ao contrário dele, vejam o inglês abaixo. É
CHARLES DARWIN, 
um biólogo e pesquisador inglês, nascido lá nas terras da pior monarquia que já existiu, financiadora da escravização de seres humanos, sócia de todo o crime organizado que se possa imaginar, mas um opositor declarado de toda forma de exploração do homem pelo homem. Veja o que ele escreveu ao chegar no Brasil monárquico:
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Ao chegar no Brasil e ver de perto a escravidão, Darwin escreveu esse relato:

“Perto do Rio de Janeiro, minha vizinha da frente era uma velha senhora que tinha umas tarraxas com que esmagava os dedos de suas escravas. Em uma casa onde estive antes, um jovem criado mulato era, todos os dias e a todo momento, insultado, golpeado e perseguido com um furor capaz de desencorajar até o mais inferior dos animais. Vi como um garotinho de seis ou sete anos de idade foi golpeado na cabeça com um chicote (antes que eu pudesse intervir) porque me havia servido um copo de água um pouco turva…

E essas são coisas feitas por homens que afirmam amar ao próximo como a si mesmos, que acreditam em Deus, e que rezam para que Sua vontade seja feita na terra! O sangue ferve em nossas veias e nosso coração bate mais forte, ao pensarmos que nós, ingleses, e nossos descendentes americanos, com seu jactancioso grito em favor da liberdade, fomos e somos culpados desse enorme crime.”

(Charles Darwin, A Viagem do Beagle)
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ALGO MAIS SOBRE
EXPLORAÇÃO CAPITALISTA
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

TRABALHADORES PAGAM O “IMPOSTO DO PRÍNCIPE” EM PETRÓPOLIS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT

TRABALHADORES PAGAM O “IMPOSTO DO PRÍNCIPE” EM PETRÓPOLIS


Há quase dois anos, em abril de 2020, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) apresentou projeto de lei que acabava com o chamado “imposto do príncipe”, uma taxa que é paga pelo povo de Petrópolis e acaba no bolso dos “herdeiros” da dita “família real brasileira” (embora já há séculos o Brasil seja uma República, não uma Monarquia).

Naquela época, o PL 553/20 foi apresentado como uma resposta à proposição do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança, do PSL paulista e herdeiro da “família real”, que sugeriu a extinção do feriado de 21 de abril (Inconfidência Mineira).

"Eis a desgraça que desgraça o Brasil: vagabundos sustentados pelo suor dos trabalhadores porque possuem títulos de nobreza"
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Um ano depois, em março de 2021, o projeto foi arquivado pela presidência da Câmara, através do deputado Arthur Lira, alegando que o PL feria o “direito adquirido”. Rogério Correia discorda e, por isso, está reapresentando o projeto, solicitando que seja enviado à Comissão de Constituição e Justiça, uma vez que o “direito adquirido” na época do Império não cabe para os tempos de República.

Tecnicamente, o “imposto do príncipe” se chama “laudêmio”. Estabelece a cobrança de taxa de 2,5% paga nas transações de imóveis pela Companhia Imobiliária de Petrópolis, que por sua vez repassa o dinheiro para os Orleans e Bragança.


Segundo o deputado Rogério Correia, a tragédia vivida pela cidade fluminense mostra mais uma vez o anacronismo do laudêmio da família herdeira. “É um resquício imperial ainda em voga no Brasil, revelando um privilégio incompatível com os tempos modernos”, afirma. Rogério espera que, desta vez, infelizmente devido à comoção da tragédia, a Mesa da Câmara se sensibilize e autorize a tramitação normal do projeto de lei.

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